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Rogério Ratner no site Discos do Brasil

http://www.discosdobrasil.com.br/discosdobrasil/consulta/detalhe.php?Id_Artista=AR1638

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Eletroacordes

A banda Eletroacordes, do Rodrigo Vizzotto, tá na área:

 

EP “INSANOS” SINTETIZA O MELHOR DO ROCK DA ELETROACORDES BANDA
Seu alto-falante vai derreter! Saiu o aguardado EP “Insanos”, da Eletroacordes Banda. O segundo trabalho autoral do trio gaúcho chama a atenção pela essência sonora do rock produzido em acordes potentes, sem apelos ou subterfúgios. Cinco músicas representando o que há de mais visceral do gênero nas décadas de 80 e 90, com nuances de blues, hard, jazz, pop e reggae. Atualmente, a banda é formada por Fabrício Costa (voz, guitarra), Rodrigo Vizzotto (voz, baixo e teclados) e Thanius Silvano Martins (voz e bateria).
Letras frias e diretas – tampouco com firulas – em canções de rock para acordar e sacudir a cabeça. Gravado nos Estúdios Apamecor e Music Box entre 2014-2016, o trio porto-alegrense interrompeu logo no início das sessões de registros e mixagens diante da iminente troca de baterista, postergando o lançamento do EP. Ao retomar as gravações em 2015, a Eletros já com nova formação, ganhou o acréscimo de backing vocals nas canções finais “Tanto Faz” e “Tensa Cidade”.
Trilhas incidentais e o acréscimo de piano também estão entre as novidades do novo trabalho da banda. E é bom se preparar para muitos decibéis em seus ouvidos. De quebra, é lançada simultaneamente pela internet a canção “Alucinada”, através do site da Eletroacordes (www.eletroacordes.com.br), para free download. A composição também faz parte da primeira formação da banda e sobra do EP anterior, “Respire Fundo”, disponível para baixar.
Desde 2010, a Eletroacordes transita nos palcos da Capital promovendo o rock autoral, somando mais de 60 shows. O grupo já prepara e tem agendado o circuito de short, acústicos e pockets  shows para amostragem do repertório de Insanos com a mais recente formação do trio. “Depois do longo processo, agora é botar esse som pra rua para que inúmeros ouvidos possam curtir o som da banda”, indica o baixista do grupo, Rodrigo Vizzotto. Também adianta que as canções do EP estarão disponíveis em plataformas digitais, entre outras promoções de marketing.
Para a divulgação do trabalho, foram produzidos dois vídeos que estão no YouTube: o clip promocional do EP de 30” e o da faixa-título “Insanos”, com 3’55”, filmado em Full HD pela Cine Percurso Aventura. A direção é de Leo Jost e a sexta produção da banda para as telas e o segundo clipe oficial –o primeiro vídeo é a canção “Quem foi que Disse”. A filmagem de “Insanos” seguiu roteiro adaptado pela letra da canção, com a participação de artistas e figurantes em set de estúdio, além de externas, produção, maquiagem e figurino.
Ficha Técnica
Produção Executiva: Rodrigo Vizzotto. Bateria por Evan Veit. Participação especial de Mauro Reis (vocal). Mixado por Alexandre Birck. Arte da capa é do ilustrador Paulo Chagas. Foto: Luciano Lobelcho. Fabricação e prensagem pela Disc Press.
Clipe promocional
Clipe Insanos
Assessoria de Imprensa – Rodrigo Vizzotto – (51) 9132.1312 – Fotos – Leo Jost/divulgação
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Matéria sobre o lp “Rock Garagem” em ZH

http://zh.clicrbs.com.br/rs/noticias/noticia/2014/06/ha-30-anos-lp-rock-garagem-colocou-o-rs-no-mapa-da-musica-jovem-brasileira-4532980.html#showNoticia=fmoxOmRNOW80OTAzODA5OTg2OTgwNzYxNjAwJktYNjQ3NzQ3Nzc1NzkzODI1NDYwMjAhUDYxNzkzNzQzMTcwODQ2MDY0NjRWVTlIaDZWMEImLTdUdXRcKX0=

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Bom Fim Parisiense

Resultado de imagem para araujo vianna

por Rogério Ratner

 

O bairro Bom Fim, um dos mais antigos e tradicionais de Porto Alegre, ao longo de sua história passou por diversas “mutações”, a exemplo de várias outras regiões da capital gaúcha. Mas apresenta características bastante peculiares, que merecem ser ressaltadas.
No final do século XIX e no início do XX, a região onde hoje se situa o bairro integrava a chamada “Colônia Africana”, povoada em grande medida por ex-escravos e seus descendentes. Segundo os estudiosos da cultura negra da Capital, a colônia abrangeria os atuais bairros “Cidade Baixa”, Mont’serrat, Rio Branco e Petrópolis (seguindo o “Caminho do Meio”, ou seja, a atual av. Protásio Alves), aproximadamente. Os campos da Redenção (transformados no Parque Farroupilha na década de 30 do século passado, ao ensejo de sediarem em 1935 a grande Exposição Estadual, comemorando o centenário da Revolução dos Farrapos) serviriam como refúgio para escravos que escapavam de seus senhores, ainda antes da Lei Áurea.
O marco fundador referencial do Bom Fim propriamente dito, ao que parece, foi a edificação da igreja de mesmo nome. O local onde hoje é o Parque Farroupilha, antes de sua criação como o conhecemos atualmente, também recebia tropeiros que ali acampavam, trazendo seus rebanhos, e posteriormente abrigou um velódromo e um hipódromo, dentre outras atividades que eram desenvolvidas naquele largo “charco” situado em plena região circunvizinha ao centro da cidade.
Com as constantes imigrações que aportaram aqui, a partir do século XIX, na ocupação desta região da capital meridional aos poucos foram se somando, aos descendentes ibéricos, bugres e negros, dentre outros, os alemães e os italianos.
Os alemães, a bem da verdade, de um modo geral ocuparam mais a região limítrofe com o Moinhos de Vento e o bairro Floresta, na “fronteira” entre os bairros que é delimitada pela Av. Independência. Assim, pode-se considerar que a presença alemã era mais significativa no chamado “Alto Bom Fim”. A Av. Independência caracterizou-se por ser um logradouro que, na continuação do caminho da rua Duque de Caxias (endereço da elite “pelo duro”, que costumava morar na “Cidade Alta”, enquanto o povo mais simples, na ocupação da zona central, geralmente se situava na “Cidade Baixa”; destes imóveis centenários, o exemplo vivo é o belo “Solar dos Câmara”) em direção aos bairros, abrigou casarões de famílias tradicionais, alguns dos quais ainda estão “intactos”, como é o caso daquele em que funciona o Restaurante Chez Philippe e o Beco (antigo Encouraçado Butikin). O comércio e a indústria em Porto Alegre, na virada do século XIX para o XX, tinha forte presença alemã, uma vez que muitos dos imigrantes e seus descendentes, que inicialmente ocuparam especialmente o Vale dos Sinos, aplicaram seus “excedentes” na abertura de casas de comércio, fábricas, e negócios em geral na Capital. E é assim que vários destes prósperos comerciantes/empresários de origem alemã passaram a construir suas belas moradas em tais regiões da cidade, inclusive na Av. Independência, dividindo o espaço com os casarões edificados pelas famílias tradicionais burguesas e de origem estancieira.
Os italianos também marcaram forte presença no comércio e indústria de Porto Alegre, e se espalharam por diversos bairros. Os que se fixarem no Bom Fim criaram a longeva Sociedade Italiana, que está em pleno funcionamento até hoje, na sede localizada na esquina da rua Cauduro com a João Telles.
Já no início do século XX, os judeus que foram chegando à Capital gaúcha começaram a ocupar os modestos imóveis do “Baixo” Bom Fim, geralmente correspondentes a casinhas geminadas de porta e janela. Alguns vieram em imigrações “avulsas”, diretamente para Porto Alegre, outros eram egressos das colônias agrícolas judaicas de Phillipson (Santa Maria) e Barão Hirsch (Erechim). Assim é que aos poucos, ao longo do século XX, o Bom Fim passou a ser carinhosamente chamado pelos membros da comunidade judaica de “gueto”, porque além de comportar a maior parte dos integrantes desta etnia, o bairro concentrou as diversas instituições da comunidade judaica (colégio, clubes, sinagogas, associações, etc.).
Os homens da comunidade judaica costumavam frequentar bares localizados especialmente na Av. Oswaldo Aranha, onde “batiam ponto” diariamente. Meu pai, exímio jogador de sinuca, era um dos habitués do Bar Serafim (ou “Fedor” – “Schtink” em ídiche, localizado na esquina com a Felipe Camarão, que pegou fogo quando uma família de uruguaios decidiu criar uma pizzaria-casa de empanadas, bem ao lado; daí, depois do incêndio, a casa foi demolida, e o edifício que atualmente ocupa o espaço foi levantado, isto no início dos anos 80) e do Bar João. Tais bares, aliás, eram espaço de convivência frequentados não apenas pelos judeus de todas as classes sociais e ofícios, mas também por estudantes, trabalhadores, boêmios, vagabundos, vigaristas, meliantes, empresários, profissionais liberais, intelectuais, reunindo uma das mais ricas e diversificadas “faunas” de Porto Alegre, que dividiam o espaço, no mais das vezes, de forma harmoniosa, na medida do possível. Esses estabelecimentos funcionavam praticamente de forma ininterrupta, de maneira que ocorria um certo “revezamento” de público: geralmente o pessoal da sinuca ocupava o turno do dia, estendido até às 22h; a partir do final da tarde, estudantes e “outsiders” em geral começavam a comparecer, ficando até o amanhecer. Eram verdadeiros botecões “pés-sujos”, com enorme balcão e as mesinhas comuns com cadeiras simples de madeira. O aspecto “esquizofrênico” do público frequentador se revelou de forma mais acentuada especialmente nos anos 80, quando o Bom Fim se firmou como o endereço certo da juventude roqueira das mais variadas tendências (metaleiros, punks, new wavers, hippies e malucos em geral), e que tomavam o Bar Ocidente como ponto de referência. No Fedor eu não cheguei a ir muito, pois ainda era meio pequeno quando o bar encerrou as suas atividades. No Bar João eu ia seguidamente, até porque minha mãe constantemente me mandava ir lá ver se estava tudo bem com o meu pai; ocorre que, uma vez, jogando no carteado, ele sofreu uma parada cardíaca dentro do bar, e se salvou por milagre, após ser removido ao HPS. Meu pai faleceu alguns anos após. Ele tinha o seu taco de sinuca guardado em um dos armários “particulares” do bar. Ali assisti algumas boas pelejas de bilhar: uma vez, vi o confronto entre um ladrão que havia saído na condicional, do Presídio Central, e um empresário que estacionava o seu mercedes bem na frente do João. O pior é que o empresário era muito bom de taco e “rapou” o ladrão, que, apesar de não ter um “merréis”, teve que fichar. No Bar João não tinha grita, quem perdia pagava, independentemente de sua situação financeira e posição social, eram as regras do jogo. Eram proverbiais os “licores” que guarneciam a parede atrás do balcão, das mais variadas espécies (butiá, laranjinha, etc.), devia haver mais de uma centena, que eram cultivados em vidros grandes de conservas que antes haviam abrigado pepinos e cebolas. Havia inclusive o licor de “cobra”, no qual uma incauta jararaca era “conservada” no álcool, dando um sabor especial à cachaça. Em termos de “comes”, ao que me lembre, o bar não se destacava, ficando nos tradicionais sanduíches “farroupilha”, croquetes, coxinhas, etc., além do famoso ovo vermelho em conserva, cujo vidro sempre guarnecia o balcão. Moacir Scliar, que lamentavelmente nos deixou cedo, no livro “A condição judaica”, fez uma bela descrição do clima destes bares do Bom Fim. Scliar, indiscutivelmente, está para o Bom Fim como Isaac Bashevis Singer está para a Varsóvia e Kafka para a Praga pré-shoah.
O Bom Fim, já no final da Oswaldo Aranha, esquina com a Sarmento Leite, abrigava nos anos 70 os bares Alaska (muito frequentado pela juventude estudantil engajada), Estudantil, Copa 70 e Mariu’s, que constituíam a antológica “Esquina Maldita”, símbolo da resistência à ditadura militar na Capital gaúcha, bem na frente da Faculdade de Arquitetura da UFRGS e próximas às Engenharias.
Havia, claro, também estabelecimentos ligados à “colônia” e que vendiam produtos típicos da culinária judaica, tais como o Armazém Internacional (atual sorveteria Kronk’s) e, na esquina da Felipe Camarão com a Henrique Dias, um armazém que, além de produzir um ótimo sorvete, confeccionava os inigualáveis “quichalach”, umas bolachinhas assadas maravilhosas que nos transportavam imaginariamente para algum “shtetl” da Europa Oriental pré-Holocausto, bem como strudels e outras guloseimas espetaculares. Nos meus tempos de Dror Habonim, ali era o “point” dos lanches nas tardes de sábado. Na esquina da Ramiro Barcelos com a Oswaldo, funcionou por um tempo um estabelecimento que fazia iguarias da cozinha idish, mas não durou muito. Também, onde hoje há um restaurante self-service, e em cujo prédio funcionava antes a Churrascaria do Bom Fim (ali os “gringos” das Churrascarias Princesa Isabel e Dom Henrique começaram, com ótimas costelas “a la carte”), durante um tempo um judeu israelense abriu o restaurante Sabra, com comidas israelis (que na verdade correspondem, no mais das vezes, a iguarias árabes, tais como o falafel). Mas também não funcionou por muito tempo. Atualmente há a delicatessen Sabra, na frente do Zaffari da Fernandes Vieira, mas não sei se existe algum vínculo entre um e outro, acho que não. Ao que parece, aquele rapaz voltou para Israel. A Padaria Cruzeiro, na frente do Pronto Socorro, produzia também belos pães de cebola e papoula, dentre outras especialidades.
Havia um bar na esquina da Ramiro com a Oswaldo que fazia um excelente mocotó aos sábados, e o mocotó de um outro que se localizava na esquina da Jacinto Gomes com a Venâncio também era bom.
Como dissemos, a criação do Bar Ocidente, no início dos anos 80, e também do Escaler, do Luar Luar, e do Cais, bem como da Lancheria do Parque – somados a outros botecos semelhantes ao João que já funcionavam antes, tais como o bar Redenção, o Lola, e, até um certo ponto, o Cacimbas – radicalizaram a tendência do Bom Fim de se constituir como pólo de atração da juventude ligada ao rock, além de congregar os estudantes e os alternativos em geral, mas sempre mantida a mistura com boêmios, vagabundos, deserdados e outsiders de toda a cidade, enfim, aqueles que, em nossa condição de “intelectuais” universitários da UFRGS e “sociólogos de mesa de bar” classificávamos como “lumpesinato”. Uma figura única que, por exemplo, sempre estava em algum dos balcões dos bares da Oswaldo Aranha era a Teresinha Morango, torcedora fanática e símbolo colorado, que, por se sentir desprestigiada pela diretoria do Inter, virou gremista… uma vez conversei com ela no balcão da Lancheria do Parque, e concluí que ela não batia muito bem mesmo. Aliás, a Lancheria pode ser apontada como o único exemplar “vivo” do estilo destes antigos bares do Bom Fim, o único estabelecimento que se encontra de pé. Não se pode esquecer também do “Fumódromo” da Redenção, que atualmente foi “saneado” pelo parque de diversões “Zapt-Zum” (antigamente o parque era bem na calçada da José Bonifácio), junto ao Mercado. No Mercado, em um de seus estandes, está atualmente postado o tradicional Zé do Passaporte, que antes ficava num trailer, servindo o seu famoso cachorro quente, que, posteriormente, foi substituído em sua fama pelo Cachorro do Rosário. Falando em lancherias, em uma portinha, próxima de onde hoje funciona a Livraria Londres, ficava o Kripton, que alcançou boa fama, e depois foi para a Goethe. A Sorveteria Nevada (bem na frente do Pronto Socorro) também marcou época com suas proverbiais taças melba e banana- split, servindo ainda bons lanches. O Zé do Pão, na Venâncio Aires, perto da Oswaldo, destacou-se como um dos primeiros estabelecimentos a se dedicar às comidas naturais, vocação do bairro que depois se acentuou com a criação da Colméia e do Prato Verde, dentre outros restaurantes.
Outro fator de atração para a juventude estudantil no Bom Fim era o cinema. Ali ficavam, onde hoje há um estacionamento, na Oswaldo, o Cinema Baltimore e o Bristol. O Bristol, junto com a Sala Vogue (na Independência), e, em menor grau, o ABC e o Capitólio, eram os cinemas que passavam “filmes cabeça” em Porto Alegre, antes do Guion e das salas especiais (da Casa de Cultura Mário Quintana, do Ponto de Cinema e da sala da UFRGS).
A escalada da violência gerada pelo tráfico de drogas que era praticado de forma aberta na av. Oswaldo Aranha levou a que os moradores, congregados pela Associação do Bom Fim, se mobilizassem para enfrentar o problema. Então, medidas restritivas, tais como o horário de fechamento mais cedo dos bares, e a presença mais ostensiva da Brigada Militar, levaram pouco a pouco a um certo esvaziamento dos botecos da região enquanto local de reunião do público jovem. Assim, gradativamente, a maior parte deste público “alternativo” foi se pulverizando em outras regiões da cidade, notadamente a Cidade Baixa. Sem embargo, o Bom Fim, ao longo deste processo, foi construindo nos últimos anos um novo perfil, ainda boêmio, mas um pouco mais “família”, menos “barra pesada”.
Além do Ocidente, que se notabiliza como espaço único, por suas características, em termos de noite portoalegrense, congregando eventos como os shows do projeto “Ocidente Acústico”, o “Sarau Elétrico”, e consagradas festas, dentre outras inúmeras atividades lúdico-artístico-culturais, e também gastronômicas (o almoço ali é muito bom), foram surgindo locais bem interessantes, que vêm trazendo um ar, digamos assim, mais parisiense, ao velho “Bomfa”. Bem ao lado do Ocidente, abriram dois cafés bacanas, o Café da Oca, e o café “A cavalaria vermelha de Isaac Babel”. Na Fernandes Vieira tem o “Café na Paleta”; dentro do Zaffari também tem um café legal, e bem na esquina com a Henrique Dias há um simpático bar-café, com mesinhas na rua. Na locadora “Espaço Vídeo” também há uma cafeteria; na consagrada livraria Palavraria, na esquina da Vasco da Gama com a Fernandes Vieira, colada à locadora, também funciona um café. Também dá para tomar um bom café na esquina da João Telles com a Vasco, onde funciona uma bela “patisserie” (explicitando esta tendência “francesa” que intuimos), com pães especiais e café, chamada “Carina Barlett”. A tradicional Confeitaria Barcelona e uma outra que abriu ao lado do Sabra, na Fernandes (esta especializada) em doces uruguaios, também são uma ótima opção para um bom café. Próximo ao Kronk’s, na Felipe, há um café, e na esquina da Ramiro com a Bento Figueiredo, o Listo. Ah, não dá pra esquecer do tradicional bar Vermelho 23 (onde cheguei a fazer show), como opção noturna. E, já saindo um pouco em direção à Santana e à Cidade Baixa, tem o tradicional Bar do Beto, o Papillon, o “Se acaso você chegasse”, dentre outros. Isto para ficar em apenas alguns estabelecimentos interessantes.
Enfim, é assim que o Bom Fim vai constituindo um novo perfil no início deste novo milênio, talvez um pouco menos agitado do que era há alguns anos atrás, numa boemia, digamos assim, mais “calma”. Mas o bairro, sem dúvida, continua figurando como um dos mais pulsantes da Capital gaúcha, incrementando inclusive o notável viés cultural que sempre o caracterizou.

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Bares/ Botecos/ Restaurantes/ Boates/ Casas Noturnas de Porto Alegre

Os bares (muitos deles com música ao vivo), botecos, restaurantes, casas de espetáculos, boates, são um importante espaço de convivência urbana. Contudo, infelizmente, poucos são os que apresentam grande longevidade. Qual uma roda viva, a noite vai sempre se renovando, um espaço perde o tempo de “validade” ou sua vitalidade, e não raro os mesmos endereços vão sendo ocupados por uma nova casa, e, ainda, outros espaços novos vão sendo abertos, acompanhando as inovações culturais que vão surgindo no universo social/cultural de Porto Alegre. Não obstante, tais estabelecimentos muitas vezes ficam na memória das pessoas, guardando muitas lembranças pessoais. E esta memória, uma vez que está na “cabeça” dos frequentadores, seguidamente vai se perdendo junto com o desaparecimento dos estabelecimentos (embora, claro, fiquem registros nos arquivos de jornais, revistas, etc.). Na noite, no ramo do entretenimento e da gastronomia, a Capital gaúcha sempre teve inúmeros estabelecimentos espalhados por toda a sua geografia. Contudo, ciclicamente, alguns locais, bairros ou zonas da cidade vivem o seu boom e se destacam em relação aos demais. Na  história de Porto Alegre, ao longo do século 20, ficaram célebres diversos points, que tiveram seus auge e decadência. Podemos lembrar, por exemplo, da época  dos cafés e confeitarias da Rua da Praia e seu entorno; dos grandes cabarés do Centro, no entorno da Voluntários da Pátria; dos bares da subida da Protásio Alves; da Esquina Maldita e dos bares do Bom Fim; dos bares da 24 de outubro, e, atualmente, da Cidade Baixa e da Calçada da Fama (Rua Padre Chagas), etc.

Então decidimos relembrar importantes estabelecimentos do passado (e, porque não, também os não tão importantes) e igualmente os atuais, de forma a ajudar na preservação da memória histórica coletiva e afetiva de Porto Alegre. Se vocês lembrarem de bares, boates, restaurantes, etc., que não estiverem na lista, ou quiserem contar histórias relacionadas, por favor, fiquem à vontade. Vai aí então uma listagem (sempre incompleta, claro):

Bar do Beto/ Tirol/ Encouraçado Butikim/ Pedrini/ Tuim/ Naval/ Treviso/ Restaurante Ghilosso/ Galeto do Marreta/ Bar Salim/ Whisky a go go/ Aldeia 2/ Bar do Clube de Cultura/ Bar do IAB/ Café Charlot/ Café Paris/ Caliente/ Gota D’água/ Porão do Beco/ Bar Serafim (Fedor-Schtink)/ Bar João/ Churrascaria Minuano/ Churrascaria Santa Helena/ Tigela de Barro/ Caminho de Casa/ Bar Marcelina/ Doce Vida/ Fim de Século/ Discoate/ Hipoppotamus/ Bar Opinião/ Walter/ Bar Lola/ Sebastian/ Gotham City/ Canecão do Sul/ Escaler/ Luar/ Lancheria do Parque/ Porto de Elis/ Zelig Bar/ Churrascaria Barranco/ Churrascaria Moinhos de Vento/ Riverside’s/ Caminho de Casa/ Zelig Bar/ Bar Bomfim/ Café da Bruxa/ Mateus/ Brahms/ Churrascaria Santo Antônio/ Vassouras/ Van Gogh/ Baumbach Ratskeller/ Riverside’s Shikky/ Pulperia/ Galeto Santa Maria/ Copa 70/ Galetão/ Churrascaria Komka/ Theatro Mágico/ Cine Theatro Ypiranga/ Bucanero/ Cult Bar/ Companhia dos Sanduíches/ L’atmosphere/ Le Club/ Pagoda/ Nanquim/ Manara/ Verde/ Crocodilos/ Ovo de Colombo/ Kafka bar/ Villa/ Cord/ Fazendo Artes/ Rocket 88/ Feito à mão/ Cais/ Publicitá Café/ Elo Perdido/ Ópera Rock/ Hooters/ Theatro e Cia./ Juliu’s 84/ Adega/ Porto Velho/ Kripton/ Cachorro do Rosário/ Trianon/ Alaska/ Caverna do Ratão/ Café com Leite/ Se acaso você chegasse/ Champub/ Cacimba/ Bierstube/ Água na Boca/ Garagem Hermética/ Carinhoso/ Big Som/ Lugar Comum/ Sala Jazz Tom Jobim/ Bogart’s/ Macanudo/ Bailanta do Tio Flor/ Dr. Jekill/ Santa Mônica/ Bere Balare/ Pagoda/ Paraphernália/ Cervejaria nº 1/ Lokal nº 1/ Chalé da Praça 15/ Rola Rock/ Bambu’s/ Queens/ Baco’s/ Brahms/ Gambrinu’s/ Chalaça/ Basttidores/ Stuttgardt/ Marco Zero/ Arquipélago/ Mr. Dam/ Dom Vitto/ Saci/ Mosqueteiro/ Massolin de Fiori/ Carina Barlett/ Choppão/ New Looking/ Refugiu’s/ Fim de Século/ Roseplace/ Mosqueteiro/ Bar da Nega Lu/ Casarão/ Mariu’s/

Saci/ Barranquinho/ Prinz/ Baalbek/ Lubnan/ Al Manara/ Pastaciutta/ Delírio Lilás/ Peccados Mortaes/ Batelão/ Clube dos Cozinheiros/ Gente da Noite/ Chão de Estrelas/ Maipu/ American Boite/ Chipp’s/ Companhia dos Sanduíches/ Companhia das Pizzas/ Zé do Passaporte/ Bar Líder/ Sherazade/ Alaska/ Tivoli Bar/ Recanto do Tio Flor/ Cervejaria Berlim/ Karandache/ Dragão Verde/ Vulcão/ Gruta Azul/ Caleche/ Choppana/ João de Barro/ Birra e Pasta/ 936/ Varanda/  Bar do Marinho/ Bond’eu/ Avião/ Turis Club/ Madrigal/ Golden Girls/ Zé do Pão/ Crazy Horse/ Espaço Cultural 512/ Joe’s/ Vitrine Gaúcha/ Alphorria/ Baco/ Armazém Acústico/ American Bowling/ The best food/ Rotação/ Rib’s/ Azafrán/ Camaleão/ Galettu’s/ Scur/ Frango e Batatas/ Viva Maria/ La Cantonata/ Pavarotti/ Galeto Régis/ San Guiliano/ Bar do Joaquim/ Telha Grill/ San Giuliano/ Cantina do Nono/ Pulperia/ Bailanta do Tio Flor/ Feito à mão/ Bar da Terreira da Tribo/ Bar do Clube de Cultura/ Aldeia 2/ Churrascaria Santa Teresa/ Massolin de Fiore/ Clericot/ Bogart’s/ Club Sanduíches/ Feira da Fruta/ Lechuga’s/ Torta de Sorvete/ Primavera/ Boccado/ Extremo Oriente/ Bar Minas Gerais/ Gull’s/ Porta Larga/ Lourival/ Donirella/ Boa Boca/ Sorveteria Nevada/ Sorveteria Delícia/ Palácio do Xis/ Cláudio Lanches/ Krips/ Kripton/ Rio Carneiro/ Confeitaria Rocco/ Café Florida/ Estância de São Pedro/ Nova Bréscia/ Galpão Crioulo/ CTG 35/ Recife/ Angra dos Reis/ Verdes Mares/ Kowlon/ Bom Gosto/ Galetão/ Pampulha/ Pampulhinha/ Restaurante Marcos/ Birra e Pasta/ Habib’s/ Santa Mônica/ Liquid/ Le Club/ Laçador/ Chimarrão/ Espeto de Ouro/ Espetão/ Fogo de Chão/ Schneider/ Babilônia/ Cantina Itália/ Komka/ Max und Moritz/ Wundebar/ Babagush/ A libanesa/ Youvi/ Thangay/ Caverna do Ratão/ Porto de Elis/ Cantina do Pepe/ Cantina di Dante/ Signor Cappelettti/ Rei do Mocotó/ Machry/ Caliente/ Carina Barlett/ El Gordo/ Walter/ Eclipse/ Prato Verde/ Dublin/ El Basco loco/ Entreato Pub/ Doce vida/ Gota D’água/ Bar do Marinho/ Karandache/ Barroco/ Discoate/ Pub Olaria/ Dona Zefa/ Tudo pelo Social/ Cidade Bossa/ Faroeste/ Velho Oeste/ Fiodór Kafebar/ Estação Beirute/ Free Rider’s/ American Bowling/ Funilaria/ Cervejaria Berlim/ Georges Beer Store/ General Store/ General Street/ Gibi Bruschetteria/ Hangar 45/ Blue Jazz/ Inside Pub/ Horus Pub/ In Sano/ Jazz Café/ Long Play/ Liliput/ Labirinto/ Kabull Bar/ Billy Joe’s/ Mamma Júlia/ Malvadeza Pub/ Champub/ Aninha Comas/ Café do Prado/ Café do Porto/ Loss Pub/ Marco Zero/ Trensurb/ Marrocos/ Mão Santa/ Mariu’s/ Mary land/ Matita Perê/ Mercado do Chopp/ Mr. Magoo/ Nega Frida/ Nicu’s Bar/ Bar do Nito/ Bar do Lupi/ Barato/ Barril Pub/ Saci/ Mosqueteiro/ Bell’s Bar/ Bier Keller/ Bier Markt/ Bilhar Porto 10/ Boom Gaia/ Bodega’s/ Boteco Imperial/ Dona Neusa/ Boteco 442/ Boteco Matriz/ Boteco Natalício/ Nazareno/ Botequim das Letras/ Bar do IAB/ Botequim do Mano/ Garagem Hermética/ Brasil Acústico/ Cord/ Caminito/ Casa do Barão/ Dragão Verde/ Champanharia Ovelha Negra/ Cine bar/ Chopp e cia/ Check point/ Copão/ Dinorah/ Fofa/ DOC/ Dhomba/ Das Kleine/ Prefácio/ Zeppelin/ Zappa/ Vox Music/ Fim de Século/ Vila Acústica/ NY Lounge/ Muffuleta/ Oficina Etílica/ Liquid/ Palermo Hollywood/ Parangolé/ Passe fica/ Pé Palito/ Pinacoteca/ Pinguim/ Bar do Cofre/ El Fuego/ Restaurante Marcos/ Plínio 75/ Pampulhão/ Porto City Pub/ Preto Zé/ Pub Cine Avenida/ Pub 66/ Abbey Road/ Rádio 80/ Relicário/ Quixote/ Revolution/ Rooms Bar/ Santíssimo/ Alternativo/ Tava’s/ Seu samba/ Shrine/ Speed 3/ Convés/ Solar da Mata/ Café do Theatro São Pedro/ Café Concerto da Casa de Cultura Mário Quintana/ Odeon/ Dona Maria/ Solarium/ Stones Pub/ Strike 410/ Só comes/ Tempero Rosa/ Troianos/ Tessala/ Twister/ Van Gogh/ Venezianos

Gavião/ John Bull Pub/ Discoteca Looking Glass/ Pub/ Cord/ Bar do Adriano/ Cavanhas/ Odeon/ Viva Maria/ Restaurante Dona Maria/ Varandão/ Torta de Panela/ Torta de Sorvete/ Café do Porto/ Oca de Savóia/ Mac’ Dinhos/ Churrascaria do Bom Fim/ Churrascaria Laçador/ Churrascaria Santa Isabel/ Churrascaria Laçador/ Churrascaria Chimango/ Churrascaria na Brasa/ Bar Alternativo/ Baronda/ Barcelona/ Pub do Cigano/ Boteco Natalício/ Teatro de Elis/ Churrasquinho Bar/ Ocidente/ 72 New York/ Bar do Nito/ Cachaçaria Água Doce/ Refinaria/ Dado Bier/ Dado Garden/ Dado Tambor/ Dado Pub/ Arquipélago/ Café do Lago/ Rei dos Camarões/ Chiuauha/ Salambô/ Turis Club/ Lajo’s Night Club/ Água na boca/ Bere Balare/ Asteca/ Brahms/ Baco’s/ Cotillon Club/ American Boite/ Crazy Rabbit/ Gipsy’s Club/ Whisky a go go/ Locomotive/ High Life/ Estudantil/ Tava’s/ Mercatto Jazz/ Absynto/ Bar do Antônio/ Yellow Submarine/ Boate Gimba Cluve/ Biarritz Clube/ La Cadoro/ Macumba/ Batelão/ Clube dos Cozinheiros/ Beliscão/ Scalaris/ Juju Balangandã/ Black Horse/ Cassino de Sevilha/ Boate Avião/ Bartho/ Big Som/ Panela de Barro/ Peccados Mortaes/ Zim-bailoo/ Barroquinho/ Girassole Pub/ Stylo/ Távola/ Bond’eu/ Grill Drink/Cord/ Via Venetto/ Alpen Haus/ Viscaya/ Franz/ Varanda/ Tivoli/ Gangazunga/ Roxy/ A Chave/ Sucata/Dante’s/ Baú/ Paraphernália/ Gaety/ Amarelinho/ Mau mau/ Alfredo Di Roma/ Dante’s/ Ressaca/ Candelabro/ Pica-pau/ Bon ami/ La Rocca/ Porão 700/ Roseplace/ Urso Branco/ Espantalho/ Zanzibar/ Je Reviens/ Rembrandt/ Carcará/ Pedrinho/ Lawson’s/ Vassouras/ Sebastian/ Café Colonial Bela Vista/ Barcelona/ Las Vegas/ Cocktail Pub/ Riviera Club/ Liverpool/ Cote D’azur/ Estravaganza/ Imperatore/ Via Imperatore/ Los Troncos/ Confeitaria Matheus/ Café Florida/ Confeitaria Rosicler/ Pampulhão/ Pampulhinha/ Entreato Pub/

Irish Pub/ Kilt Pub/ Barbazul/ Churrascaria Pampa/ Vermelho 23/ Vermelho 27/ Golden Girls/

Grelha do Porto/ Confeitaria Max/ Churrascaria Zequinha/ Prenda Minha/ Tudo pelo Social/ Cerilo/

Clube da Saudade/ Clube dos Coroas/ Restaurante Copacabana/ Barranquinho/ Pizzaria Milano/ Pizzaria Chuca/ Pizzaria Real Palace/ Taco Pub/

Cherry Blues/ Cacimbas/ Shamrock Irish Pub/  Varanda/ Bongô Bar/ Bar Chopp Arthur/ Choperia/ Abbey Road/ Seargent Peppers/ Alfredo/ Walter/ Americanto/ Sierra Maestra/ Arubar/ A Taberna/ Artes e Expressões/ Yang/ Macrobiótica/ Prato Verde/ Bar do Goethe/ Beer Street/ Bier Klause/ Box 21/ Velho Quintino/ Café do Cofre/ Café do Margs/ Café Ipanema/ Bolonha/ Velho Carreiro/ Cantina del Nonno/ Casa de Praia/ Live’s Sport Club/ Casa de teatro/ Studio Clio/ Cherry Blues Pub/ Colors bar/ Confraria/ Consulado do Café/ Doppio Senso/ Espaço K-Zuka/ Bar da Cia. de Artes/ Donato Restaurante/ Espiral/ Estância de São Pedro/ Jack beer/ Sakaes/ Trattoria do Giovanni/ Super Pizza/ Zé do Pão/ Colméia/ Café do Theatro São Pedro/ Café Concerto Majestic/ Café do Cofre/ Girasole Pub/ Jardim Elétrico/ Casa Elétrica/ Gordinhos/ Lourival/ Meketreff/ Oficina Etílica/ 8 e meio/ Original Chopp/ Ossip/ Papa’s Beer/ 14 bis/ Frango ao Cesto/ Roof Bar/ Pub Olaria/ Bar do Plaza/ Sanduíche Voador/ SOS/ 300/ Velho Oeste/ Via Café/ A toca/ Acabit/ Anticuario Resto Bar/ Bar do Cofre/ Alquimia/ Água de Beber/ Chalé da Praça XV/ Chalé/ Chalaça/ Armazém Ventura/ Árabe Souk/ Art e bar/ Austrália South bar/ Pizzaria Milano/ Barbatana/ Bar e bilhar/ Sabra/ Outback/ Rio Vermelho/ Churrascaria Zelão/ Churrascaria na Brasa/ Taj Mahal/ Fim de Século/ Flowers/ Gê Powers/ Vinha D’alho/ Zappa/ Galeteria Vêneto/ Galeteria Verona/ Tortaria/ Convés/ Tivoli/ Panorâmico/ Galo/ Gato Preto/ Liliput/ Bar Líder/ Girasole Pub/ Champub/  Music Hall/ Arcabuz/ Divina Comédia/ Café da Oca/ Banca 40/ Café do Prado/ Seargent Peppers/ Senzala/ Afrosul Odomodê/ Café com Pecado/ Calamares/ Caminito/ Pink Elephant/ Porão do Beco/ Kimik/ Segredo/ Be Happy Fun Music/ In Sano Pub/ General Street/ Preto Zé/ Mariu’s/ Batemacumba/ Farm’s/ Chalé/ Café de La Musique/ Live Sport Pub/ Café Bertoldo/ Café Florida/ Mão Santa Pub/ Padaria Pinguim/ Birra e Pasta/ Restaurante Marcos/ Cheung Lung/ Churrascaria Casarão/ Rocket 88/ Churrascaria Schneider/ Garcias/ Zum Ritter/ Chopp Stubel/ Via Bordine/ Plazinha/ Jooman/ Mercado Del Puerto/ Panchos/  Wolf’ house/ Al Dente/ Cantina Roma/ Restaurante do Porto/ Casa de Portugal/ Galo/ Grêmio Náutico Gaúcho/ Buffet Sebastian/ Panorâmico/ Bella Pasta/ Casa Vecchia/ Espaço Aéreo/ Aeroporto/ Avião/ Dal Padrino/ Il Gattopardo/ Sulina Grill/ Zelão/ Sushi Express/ Riverside’s/ Montepolino/ Piacevolle/ Pastaciutta/ D’italiani ristorante/ Pasta e Pesto/ Atelier das Massas/ Via fettucine/ Sakura/ Miyuki/ Pagoda/ Nanquim/ Cheung Lung/ Kotobuki/ Coolméia/ Maomé/ Flor de Maça/Azteka/ Bazkaria/ Pizza Hut/ El burrito/ Nova Vida/ Natureza/ Ilha Natural/ Saúde e sabor/ Nutrivida/ Yogurte Caseiro Gaúcho/ Frango e Cia./ Subway/ Clube do Comércio/ Sociedade Polônia/ Polska/ Barranco/ Saúde e sabor/ Raízes/ Sabor Tropical/ Don Juan/ Rei dos Camarões/ Calamares/ Ponto de Vista/ Koh Peeppe/ Chiwava/ Cândidos/ República dos Camarões/ Negrão/ Terapia/ Le Poulet/ Bambino/ Don Nicola/ Jordani/ Nonno Mio/ Nonno Vecchio/ Polito/ Primo Polastro/ San Giuliano/ Sbardeloto/ Chuca/ Pizzaria Milano/ Palace Royal/ Via Morano/ Sálvia/ Adega da Beira/ La Colina/ Durhan/ La grelha/ Olaria Grill/ Bill Grill/ Palatus/ São Juliano/ Arte Pizza/ Roda Pizza/ Bianca/ Florença/ Forno e Fogão/ Prenda Minha/ Fratello Solle/ Pizzaiolo/ Queijos e cia./ Cachaçaria/ La botte/ L’arlecchino/ Amandita feliz/ O Barão/ Café do Páteo/ Pop House/ Fim de Século/ Portocom/ Legião Rock bar/ Refinaria/ Café da Usina/ Taperia/ Z Café/ Kant Bar/ Heaven Café/ Croco/ Dr. Gole/ Bar Fim/ Bar Redenção/ Subjazz/ Enigma/ Doce vício/ Barcelona/ Fly/ Neugebauer/ Confeitaria Max/ Vitraux/ Discretus/ Ego Sun/ Flowers/ Escaler/ Local Hero/ Fascinação/ Cláudio’s Lanches/ Porto G/ Flowers/ The hit club/ Ecco/ W Pub/ Trivial/ Manara/ Verde/ Apolinário/ Bar 1/ Pinacoteca/ Mamma Júlia/ Gokan/ Per tutti/ Santa Helena/ Manolo/ Minuano/ Portoxicano/ Bom Gosto/ Capitão Rodrigo/ Chimarrão/ La Churrasquita/ Cachorro do Bigode/ 14 bis/ Continental/ City Hotel/ Laçador/ Galeto Santa Maria/ Passoquinha/ Pastoriza/ Roda de Carreta/ São Rafael/ Zequinha/ Portoalegrense/ Novo Alcapão/ Vermelho 23/ Prenda Minha/ Porto Alegre/ Hannover/ Bier Garten/ Prinz/ Rock’s/ Fritz/ Steinhaus/ Al araz/ Travessa do Molho Pardo/ Cantinho do Molho Pardo/ Sabra’s/ Churrascaria do Bom Fim/ Princesa Isabel/ Kowllon/ Fuial/ Nanking/ Pequim/ Muralha da China/ Galeteria Menino Deus/ youky/ thongay/ casa de espanha/ Le bon gourmet/ L’ assiete/ melange/ govinda/ afroporto/ everest roof/ Embarcadero/ Executivo/ Treviso/ Tainha na Telha/ Flamingo/ Executivo/ Le Hublot/ João de Barro/ Chez Philippe/ Hereford/ Maison du Pierre/ Manhattan/ Phornália/ Fornão/ Pedrini/ Salim/ Cerillo’s/

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