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Matéria da Zero Hora sobre vaias históricas ocorridas na cena musical gaúcha

Matéria na Zero Hora do jornalista Alexandre Lucchese sobre cinco momentos nevrálgicos e nervosos na história da música popular gaúcha e no rock gaúcho. Supimpa.

http://zh.clicrbs.com.br/rs/entretenimento/noticia/2017/04/cinco-vaias-historicas-musicos-gauchos-relembram-shows-marcados-pela-rejeicao-do-publico-9776530.html#showNoticia=c1ppfVAhLkg3Mzc3NzAzNDUyODk1MzU0ODgweyZBNDU0ODIzMjMyNDY0NDgzNDgyODE8bjMzNjI4MjUxOTkxOTkxOTEwNDBlIWc2PDdZISZcSitVTT0+by0=

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Lp música popular do Sul – gravadora Marcus Pereira  escrito em domingo 12 outubro 2008 20:39

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No total são 4 LPs. Os Tapes e Elis Regina participam.

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LP Som Grande do Sul  escrito em domingo 12 outubro 2008 20:42

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LP da Annie Perec  escrito em segunda 13 outubro 2008 01:49

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Annie Perec é uma cantora gaúcha que começou no final dos anos 60, participando dos festivais da arquitetura da UFRGS. Mas foi somente nos anos 80 que sua carreira teve maior continuidade. Ao lado da banda “Me faz um please”, a cantora apresentava-se seguidamente no bar Ocidente, Porto de Elis, etc. Depois foi pra Sampa e fez shows em casas badaladas como a Madame Satã, entre outras. Lembro de uma vez em um show de Gilberto Gil na Redenção (era só ele no violão, e um mar de povo), em que ele esqueceu a letra de “Domingo no Parque”, e perguntou à platéia se alguém sabia. Annie, que havia feito um show aqui em Porto baseado nos hits tropicalistas subiu ao palco e cantou com Gil, bem legal. A cantora lançou este LP pelo selo paulista da gravadora Eldorado. Entretanto, o som da gravação não ficou dos melhores, fato infelizmente corriqueiro em gravações pop e rock dos anos 80, o que prejudicou um pouco o registro, na minha opinião. A artista se valia de muita misancene em suas apresentações, fazendo um trabalho bem criativo e diferente. Ao que sei, a cantora atualmente está radicada na França.

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LP do Saracura  escrito em segunda 13 outubro 2008 01:52

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Do final dos anos 70 a meados dos anos 80 o Musical Saracura foi um dos principais grupos no cenário de Porto Alegre e gaúcho. Formado por Nico Nicolaievsky (atual Tangos e Tragédias, teclado e voz), Sílvio Marques (violão, ex- Academia de Danças), Chaminé (baixo e voz, ex- O Succo, Bobo da Corte, Hermes Aquino, etc.) e Gatinha (ex- Saudade Instantânea, Bobo da Corte, Sol e chuva), depois substituída na bateria por Fernando Pezão (ex-Mantra. Ainda integraram a banda, como “free-lancers” os guitarristas Zé Flávio (ex-Mantra, ex-Almôndegas, Os Totais) e Léo Henkin (atualmente no Papas da Língua). Misturando influências da MPB tropicalista, do rock e da música regional gaúcha (fizeram uma profícua parceria com o compositor nativista Mário Barbará, que incluiu uma temporada de shows e inclusive a participação na Califórnia da Canção de Uruguaiana), o grupo era um dos principais do cenário pop gaúcho do período. Neste disco, além de músicas de Barbará (notadamente o hit “Xote da Amizade”), registraram, dentre outras, alguns dos “clássicos” de Cláudio Levitan, tal como “Marcou Bobeira”. Deixou saudades nos fãs.

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Lp Juntos – Nelson Coelho de Castro  escrito em segunda 13 outubro 2008 01:54

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Este LP é considerado “oficialmente” o primeiro disco independente de Porto Alegre, e data de 1980, se não me engano. O diferencial entre o que aqui no sul ficou convencionado como sendo “disco independente” e as bolachas auto-financiadas é que eram vendidos bônus pelos artistas. OU seja, mais ou menos o que atualmente o pessoal está chamando de  “crowdfunding -financiamento colaborativo de projetos”.  Esta idéia “nova”, portanto, é bem velha. Então, no caso, o Nelson vendia ao pessoal antecipadamente o disco, e com o dinheiro arrecadado, bancou a gravação e a prensagem. Naquela época, surgiram diversos discos lançados neste esquema: lembro assim, de cabeça, do primeiro disco do Nei Lisboa, que lançou o “Neilisbônus”, do LP do Carlos Patrício,  do primeiro disco do Antônio (Totonho) Villeroy e por aí vai. Mas voltando ao Nelson,

além de ser uma grande figura, talvez tenha sido quem melhor traduziu até hoje a especificidade do portoalegrense, com sua linguagem, gírias, jeito e hábitos, em suas músicas. E este disco, sem dúvida, é um dos grandes pilares de sua obra.

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