Sem categoria

Livro “Música do Rio Grande do Sul, ontem e hoje”, na Livraria Saraiva

Está disponível no site da Livraria Saraiva o livro (e-book) “Música do Rio Grande do Sul”, ontem e hoje, de Rogério Ratner. O livro tece um panorama geral sobre a história da música feita no RS ao longo da história, englobando tópicos como música tradicionalista e nativista, bossa nova, erudita, MPB, velha guarda, jovem guarda, tropicalismo, rock gaúcho, música instrumental, samba, dentre outros assuntos.

 

https://www.saraiva.com.br/musica-do-rio-grande-do-sul-ontem-e-hoje-10523872.html

Anúncios
Padrão
Sem categoria

Lp do Raiz de Pedra

Blog de bandasdorockgauchoforever :bandas do rock gaúcho forever, Primeiro LP do Raiz de Pedra

O Raiz de Pedra foi um dos principais grupos instrumentais da história da música gaúcha. Não tenho certeza se o grupo ainda continua com outra formação na Alemanha ou na Aústria atualmente. O certo é que há muito tempo vários de seus integrantes já haviam se radicado na Europa. Nos anos 80, eu via muito o pessoal do grupo no Bar Marcelina, na Cidade Baixa. Uma vez até tive a coragem (e a “falta de vergonha na cara”, porque não dizer) de mostrar uma música minha para o Márcio Tubino, o excelente saxofonista do grupo, e ele disse que eu devia continuar, ir em frente, estudar, me dedicar, que podia sair coisa ali, então ele é também de certa forma responsável pelos meus cometimentos nesta área, para o bem ou para o mal (rss). Eu costumava conversar também com o Marcelo Nadruz, o tecladista, que atualmente é o maestro da Banda Municipal de Porto Alegre. Completavam o grupo os magníficos Ciro Trindade (baixo), Pedro Tagliani (guitarra) e César Audi (bateria, este de há muito já voltou para cá, foi proprietário do Bar Cabo Horn, e toca com Luisinho Santos, Antônio Carlos Falcão – Maria Bethânia -, e participa da banda Tonda y su Combo). Este aí é o primeiro disco do Raiz, e, embora fosse predominantemente instrumental, tinha algumas faixas cantadas. Depois o grupo dedicou-se apenas ao instrumental. O segundo Lp foi gravado ao vivo no Theatro São Pedro, eu estava lá, foi muito legal. Era uma época em que havia um espaço considerável para a nossa música instrumental, que infelizmente aos poucos foi se reduzindo. O Raiz misturava jazz, música brasileira, erudito, etc., etc., criando um som muito característico, de grande complexidade e riqueza harmônica e melódica. Supimpa.

Padrão