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Mr. Lee e a Rádio Continental – Woodstock em Porto Alegre

http://lproweb.procempa.com.br/pmpa/prefpoa/pwtambor/usu_doc/mr_lee.pdf

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LP com a trilha do Mr. Lee

Blog de bandasdorockgauchoforever :bandas do rock gaúcho forever, LP  Lee Jeans

Neste LP consta a trilha original da Lee, utilizada no programa do Mr. Lee, na Rádio Continental.

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Indicados ao prêmio Açorianos de Música 2016

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A Coordenação de Música da Secretaria Municipal da Cultura divulgou nesta sexta-feira (26) a lista com os indicados ao Prêmio Açorianos de Música na categoria Álbum.

A premiação, distribuída entre os gêneros MPB, Pop, Regional, Instrumental e Erudito destacará ainda artistas nas categorias Espetáculo do Ano, Revelação, Arranjador, Produtor Musical, Projeto Gráfico e DVD do Ano. A lista de indicados para esses troféus, e também as menções especiais do prêmio, serão divulgadas em outubro.

A cerimônia do Açorianos de Música está marcada para 1º de novembro, no Auditório Araújo Vianna. O tema da festa será o centenário do primeiro samba gravado,Pelo Telefone. O cantor e compositor Nelson Coelho de Castro será o Homenageado do Ano, pelo conjunto da obra.

Veja a primeira lista de indicados:

Gênero MPB

Compositor

Carolinne Caramão e parceiros – Pontos, Rezas e Milongas

Gisele De Santi – CasaJerônimo Jardim – Singular e Plúrimo

Priscila Meira – Alquimias do Amor

Rogério Ratner – Canções para Leitores

IntérpreteCarolinne Caramão – Pontos, Rezas e MilongasFlora Almeida – Com que Roupa – Flora Almeida Canta Noel RosaGisele De Santi – CasaJerônimo Jardim – Singular e PlúrimoPriscila Meira – Alquimias do Amor

InstrumentistaEdu Martins – Com que Roupa – Flora Almeida Canta Noel RosaLuiz Mauro Filho – Casa (Gisele De Santi)Mathias Pinto – Alquimias do Amor (Priscila Meira)Mimmo Ferreira – Pontos, Rezas e Milongas (Carolinne Caramão)Toneco da Costa – Singular e Plúrimo (Jerônimo Jardim)

ÁlbumAlquimias do Amor – Priscila MeiraCasa – Gisele De SantiCom que Roupa – Flora Almeida Canta Noel Rosa – Flora AlmeidaPontos, Rezas e Milongas – Carolinne CaramãoSingular e Plúrimo – Jerônimo Jardim

Gênero PopCompositorArthur de Faria e Omar Giammarco – Música MenorDé Silveira – CartolasIan Ramil – DerivacivilizaçãoLuciano Leães – The Power of LoveThiago Ramil – Leve Embora

IntérpreteAle Ravanello – Alley CatIgor van der Laan – Black Water (Cattarse)Jéf – InteriorThiago Ramil – Leve EmboraTrem Imperial – Louca Viagem InstrumentistaAle Ravanello – Alley CatArthur de Faria – Música MenorDuca Leindecker – Plano Aberto – Ao VivoIgor van der Laan – Black Water (Cattarse)Luciano Leães – The Power of Love

ÁlbumDonna Duo – Donna DuoLouca Viagem – Trem ImperialMúsica Menor – Omar Giammarco & Arthur de FariaPlano Aberto – Ao Vivo – Duca LeindeckerThe Power of Love – Luciano Leães & The Big Chiefs

Gênero InstrumentalCompositorFernando Leitzke – Rios que NavegoFranco Salvadoretti – KulaGabriel Romano – Doce É a PassagemGuenther Andreas – TratakMatheus Kleber – Congruências IntérpreteFernando Leitzke – Rios que NavegoGabriel Romano – Doce É a PassagemKula Jazz – KulaMatheus Kleber – CongruênciasTratak – Tratak

InstrumentistaFabio Mentz – TratakFernando Leitzke – Rios que NavegoFranco Salvadoretti – KulaGabriel Romano – Doce É a PassagemMatheus Kleber – Congruências

ÁlbumCongruências – Matheus KleberDoce É a Passagem – Gabriel Romano e GrupoKula – Kula JazzRios que Navego – Fernando LeitzkeTratak – Tratak

Gênero RegionalCompositorMarcello Caminha – Com Violão Também se DançaMiro Saldanha – Varais de EsperançasPirisca Grecco – Comparsa Elétrica – O Filme

IntérpreteDante Ramon Ledesma – Pampa: Pátria de Todos – Ao Vivo em Caxias do SulPirisca Grecco – Comparsa Elétrica – O FilmeTatiéli Bueno – SensibilidadeTiago Correia – Depois da Chuva

InstrumentistaMarcello Caminha – Com Violão Também se DançaNelcy Vargas – Depois da Chuva (Tiago Correia)Paulinho Goulart – Comparsa Elétrica – O FilmeRafa Bisogno – Comparsa Elétrica – O FilmeTexo Cabral – Comparsa Elétrica – O Filme

ÁlbumAdelantes – Diego MüllerComparsa Elétrica – O Filme – Comparsa ElétricaPampa: Pátria de Todos – Ao Vivo em Caxias do Sul – Yangos & Dante Ramon LedesmaSensibilidade – Tatiéli BuenoVarais de Esperanças – Miro Saldanha

Gênero EruditoCompositorDouglas Gutjahr – Brasil (Re)PercussivoErnani Aguiar – Hugo Pilger Interpreta Ernani AguiarFabricio Gambogi – Eco em Horizonte

IntérpreteDouglas Gutjahr – Brasil (Re)PercussivoHugo Pilger – Hugo Pilger Interpreta Ernani AguiarJulio César Wagner, Elimar Blazina, Iris Andrade, Gabriel Polycarpo, Aninha Freire, Paulo Bergmann, Diego Silveira – Eco em Horizonte (Fabrício Gambogi)

InstrumentistaAninha Freire – Eco em Horizonte (Fabrico Gambogi)Douglas Gutjahr – Brasil (Re)PercussivoHugo Pilger – Hugo Pilger Interpreta Ernani AguiarPaulo Bergman – Eco em Horizonte (Fabrico Gambogi)Tiago Linck – Brasil (Re)Percussivo (Douglas Gutjahr)

ÁlbumBrasil (Re)Percussivo – Douglas GutjahrEco em Horizonte – Fabrício GambogiHugo Pilger Interpreta Ernani Aguiar – Hugo Pilger

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Rádio Ipanema FM

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A Ipanema FM – Festa de 27 anos  escrito em quinta 18 novembro 2010 10:44

27 anos de rádio IPANEMA FM

Evento Público Foto do Evento

 
Quando: domingo, 21 de novembro de 2010 12:00 – 22:00 BRST
Onde: ANFITEATRO POR DO SOL – PORTO ALEGRE
PARQUE MARINHA DO BRASIL
PORTO ALEGRE RS 90000-000 Obter Direções

Por Rogério Ratner

 A Ipanema FM está completando 27 anos, quem diria, e, aliás, estou ficando velho, nem havia me dado conta de que já passou tanto tempo assim. Pois é. Comecei a ouvir a Rádio ainda quando a sua sede ficava na rua José Bonifácio, e se chamava Bandeirantes FM. Depois mudou o nome pra Ipanema, e a Bandeirantes (BAND) funcionou paralelamente, com um perfil mais adulto (mais ou menos como a Antena 1, só que com um viés cultural), hoje a Band FM reproduz a Band AM, caminho tomado também agora pela Gaúcha AM e FM.

Bom, no início a Rádio Ipanema não era especificamente voltada  ao rock, embora tivesse um programa sensacional lá pela meia-noite, a cargo do Ricardo Barão, que centrava foco no rock e inclusive no hard rock (na época chamávamos o som de bandas como AC/DC, Led Zeppelin, etc., como heavy metal, hoje acho que elas seriam “levinhas” considerando o que veio depois). O Barão também abria espaço para o rock local, no seu programa foi que ouvi o Júlio Reny pela primeira vez, a sua fita cassete com “Cine Marabá” (mais recentemente lançada em CD) rodava muito no programa. Era mais uma rádio de MPB “alternativa” e música pop/rock estrangeira, com espaço para muitas saladas sonoras e avessa a classificações mais rigorosas. Assim, era através das ondas da Band/Ipanema que ouvíamos, no início dos anos 80, o pessoal da vanguarda paulista (Arrigo Barnabé, Tetê Espíndola, Itamar Assumpção), e expoentes da MPG, tais como Nei Lisboa, Bebeto Alves, Nelson Coelho de Castro, Felipe Franco, etc. Foi nesta fase, já quando a rádio funcionava nos seus atuais estúdios, no morro Santo Antônio, que uma vez eu e meu amigo Auriu Irigoite (hoje baixista radicado no Rio) fomos entrevistados pela Katia Suman, a respeito do show que íamos fazer na Terreira da Tribo. Nós tocamos “ao vivo” com nossos violões, nosso som era MPB meio “Clube da Esquina”, na época. A Katia Suman (que hoje apresenta o programa Camarote, na TVCOM) já era, na ocasião, uma radialista bem anti-convencional. Quando chegamos lá, achei que havia alguma coisa errada, pois ela estava sentada no chão (parecia em crise existencial e desolada), para logo a seguir se levantar e se movimentar freneticamente, bem faceira e simpática, no pequeno estúdio (o qual, aliás, era na sala ao lado do atual, e que depois passou a ser da Band FM), rss. Enfim, era um clima bem diferente do de uma rádio convencional, digamos assim. Foi bem legal a entrevista, tenho gravada numa fitinha cassete.

A primeira Ipanema contava, além da Katia e o Barão, com o Nilton Fernando, o Mauro Borba (hoje na POP Rock), a Mery Mezzari (que, pelo que vi, parece ter sido demitida nos últimos dias, era a última remanescente original), a Bete Portugal, dentre outros, enfim, tinha uma equipe bem legal, que usava uma linguagem coloquial, mas não na linha dos apresentadores da Cidade FM ou da Atlântida FM, era um lance mais cool, simples, despojado. Depois, com o surgimento do rock nacional dos 80, e, mais especificamente, da cena desenvolvida aqui do início daquela década em diante, a Ipanema foi gradativamente se transformando em uma “rádio rock”, mas sem bitolagem. Foi um canal fundamental para a difusão da cena roqueira nacional (Legião, Paralamas, Titãs, etc.) e gaúcha, rodando diversas fitas “demo” de bandas como os Engenheiros do Hawaii, TNT, Cascavelletes, Garotos da Rua, etc. Quando falo sem bitolação, é porque se permitia continuar com a proposta da diversidade musical, embora este pendor mais para o rock. Pra dar um exemplo de como a coisa funcionava, em 1992 eu estava cantando standards de jazz, e dei uma entrevista para a Nara Sarmento, então apresentadora da “tarde” da rádio. Embora aquilo fosse, teoricamente, fora da proposta normal de uma “rádio rock”, na Ipanema havia espaço praticamente pra qualquer coisa, desde que em doses homeopáticas. Depois, quando lancei meu primeiro CD, em 1997, o pessoal rodou algumas músicas, além de eu ter dado entrevistas para a Mery Mezzari e o Silvinho. Mas a rádio atualmente mantém uma programação bem diversificada, incluindo um programa de jazz e o programa do Mutuca, aos sábados, que resgata o rock das antigas, e é bem legal. Há vários outros programas interessantes, além da programação normal. Muita gente boa já passou pelo comando dos microfones da Ipanema nesta longa história… além dos já citados, podemos apontar o Alemão Vitor Hugo (que apresenta o programa da manhã), o Cláudio Cunha, o Piá, o Eduardo Santos, o Porã (atualmente no Pretinho Básico da Atlântida FM), o Júlio Reny, enfim, muitos nomes. Atualmente está sob a direção de Eron Dalmolin. 

A rádio atualmente pode ser ouvida na internet, basta entrar no site. Parabéns à Ipanema, que venham mais 27 anos de glórias e muitas “loucuras”, já que é a “ovelha negra”, a rádio dos “loucos”. O show, cujo serviço está no começo, vai reunir diversos nomes da cena roqueira/pop gaúcha.

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Show de Aniversário da Rádio Buzina do Gasômetro  escrito em sexta 19 novembro 2010 06:43

       Dando continuidade às comemorações do 2º aniversário da Rádio Buzina, convidamos a todos para o evento “Usina na Praça” com o show de Nelson Coelho de Castro, Marisa Rotenberg, Gelson Oliveira e Monica Tomasi.   O espetáculo acontece neste domingo dia 21 de novembro às 17 horas na praça anexa à Usina do Gasômetro e tem entrada franca.   Prestigie nossa música ! Contamos com a sua presença. Até lá !     Blog de bandasdorockgauchoforever : bandas do rock gaúcho forever, Show de Aniversário da Rádio Buzina do Gasômetro

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Araújo Vianna. com. br  escrito em sexta 19 novembro 2010 09:30

No site http://www.araujovianna.com.br consta um documentário contando diversas histórias envolvendo o auditório Araújo Vianna, palco histórico da música de Porto Alegre, especialmente da MPB e do Rock. Há notícias de que no ano que vem alguma coisa vai acontecer, não sei se é o início das obras ou a reinauguração, em face do projeto da Opus Promoções. Após a coisa ter ido para o “buraco negro” por alguns anos, parece que agora vai. O documentário, que pode ser visto online, tem entrevistas de Nei Lisboa, Bebeto Alves, Nico e Hique Gomes, Wander Wildner, Humberto Gessinger….. Bem legal. O Araújo foi um dos primeiros lugares em que me apresentei, lá no distante ano de 1984, num projeto que rolava aos domingos à tarde com entrada franca.

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Paul McCartney no Brasil  escrito em segunda 22 novembro 2010 09:20

Embora a voz já dê sinais de desgaste, Paul McCartney deu enormes mostras de profissionalismo, carinho e respeito pelos fãs em sua série de shows no Brasil. Paul, em sua “terceira idade”, só faz confirmar a convicção de que ele se trata de um dos maiores ícones do rock e do pop de todos os tempos, do quilate de um Elvis Presley, de um Little Richard. O desfile de seus hits da fase dos “Wings”, perfilados com os clássicos espetaculares dos “Beatles”, nos demonstra como Paul evoluiu do formato pop/ rock comum para a composição de verdadeiras suítes populares. Os grupos e artistas do rock progressivo – que, conforme alguns especialistas apontam, teria sido inspirado  pelo clássico álbum psicodélico Sgt. Pepper’s – dos anos 70, de um modo geral, tentaram trilhar o intrincado caminho das colagens e mudanças de ritmos e estilos dentro de uma mesma música, da variação de climas, das oscilações na dinâmica, mas muito comumente erravam a mão, transformando a “viagem” em algo disperso, hermético. Paul, contudo, conseguiu a proeza de fazer evoluir o seu rock por este caminho, sem perder, em qualquer instante, o alto teor pop de suas canções no período pós-beatles. É por isso que músicas como “Jet”, “Live and let die” e “Band on the run”, dentre outras, são clássicos imbatíveis, o ápice conseguido no universo roqueiro de todos os tempos  em termos de evolução estrutural, de riqueza de arranjos, de dinâmica, entre outros aspectos. Neste sentido, e vista a questão sob o ângulo puramente musical, é notório que Paul sempre foi um músico muito superior a John Lennon, embora este fosse também, sem dúvida, um grande melodista. Mas Paul, musicalmente falando (com relação às letras  fica a dever em relação a John), é de uma complexidade jamais alcançada no universo roqueiro, quiçá nunca superável por outro artista ou grupo de músicos.

Destaque nos shows também para a excelente banda que acompanhou Paul no Brasil. A produção, em termos visuais, também foi super caprichada, inclusive com fogos de artifício não economizados. 

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Lançamento do livro “Woodstock em Porto Alegre”, de Rogério Ratner

 

 

Está sendo lançado pela “Já Editores” o livro “Woodstock em Porto Alegre”, de Rogério Ratner. A obra, no formato de “e-book”, resgata a história do programa que o radialista Júlio Fürst (que hoje apresenta o programa “Fim de Tarde” na Itapema FM) produzia na Rádio Continental AM, nos anos 70, e no qual ele encarnava o personagem “Mr. Lee” (o programa era patrocinado pelas calças LEE, em face de uma joint venture estabelecida com as fábricas Renner). Nesse programa o radialista passou a veicular o trabalho de músicos independentes de Porto Alegre, que se apresentavam no MUSIPUC, principal festival estudantil que havia na capital gaúcha, e outros artistas iniciantes e então desconhecidos do público, em gravações que eram feitas artesanalmente nos próprios estúdios da emissora.

Na sequência da grande audiência do programa, Júlio promoveu shows coletivos que foram um tremendo sucesso, e praticamente “inventou” a cena musical urbana moderna da capital gaúcha nos anos de 1975 e 1976. No programa apresentado por Júlio surgiram os Almôndegas (grupo de Kleiton e Kledir), o grupo Utopia (de Bebeto Alves), as bandas Byzarro, Bobo da Corte, Flor de Cactus, Gilberto Travi e o Cálculo IV, Em palpos de Aranha (de Cláudio Levitan e Giba Giba), Afrosul (de Paulo Romeu), Emergência, Mercado Livre (de Calique, Garay e Pedro Guisso), Inconsciente Coletivo (de João Antônio Araújo e Xandy Vieira), Hallai Hallai, Mantra (liderado por Zé Flávio), além de compositores como Nelson Coelho de Castro, Hermes Aquino, Fernando Ribeiro, Gil Gérson, João Schu, Élbia Solange e  um sem número de outros artistas que fizeram sucesso local e, em alguns casos, nacional. O livro também traça um painel geral do cenário da música popular urbana gaúcha na década de 70, enfocando iniciativas paralelas tais como as Rodas de Som organizadas por Carlinhos Hartlieb e o Musipuc. Há também trechos dedicados aos Discocuecas, grupo inovador no formato música/humor, integrado pelo próprio Júlio Fürst, por Beto Roncaferro, por João Antônio e Gilberto Travi. Foram mais de dez anos de pesquisa, envolvendo entrevistas feitas com músicos, jornalistas e radialistas de nomeada da cena porto-alegrense.

Aqui vai o link com um texto que resume a saga do “Mr. Lee”:

http://bandasdorockgauchoforever.musicblog.com.br/41309/Woodstock-em-Porto-Alegre/

Para adquirir o livro, que custa R$ 15,00, basta acessar o link abaixo, no site da Editora Já.

https://www.jornalja.com.br/loja/inicio/35-woodstock-em-porto-alegre.html

Abaixo  links mostrando o movimento do Mr. Lee, focados especialmente no show realizado no Auditório Araújo Vianna, em 1975, ao qual faz alusão a ilustração da capa, feita pelo artista plástico e cineasta Jonas Rabello Kirschbaum.

Rogério Ratner é escritor, cantor, compositor e radialista. Tem 03 CDs autorais lançados, e parcerias com Martha Medeiros, Letícia Wierzchowski, Paula Taitelbaum, Ricardo Silvestrin, Ronald Augusto, Cíntia Moscovich, Fabrício Carpinejar, Celso Guttfreind, Emílio Pacheco e Arnaldo Sisson. Suas músicas foram interpretadas por nomes como Ana Krüger, Karine da Cunha, Rafael Brasil, Dudu Sperb, Monica Tomasi, Lúcia Severo e Adriana Marques.

Rogério edita os blogs http://bandasdorockgauchoforever.musicblog.com.br e https://bandasdorockgauchoforever.wordpress.com/,

dedicados à música gaúcha de todos os tempos e em todas as suas vertentes. Produziu e apresentou programa Paralelo 30 na Rádio Buzina do Gasômetro, dedicada exclusivamente à música gaúcha em todas as suas tendências. Foi colunista de música do Jornal Usina do Porto. Já publicou diversos artigos enfocando a música feita no RS em todas as épocas e estilos para inúmeros sites e blogs, tais como Território da Música (Terra), Overmundo, Artistas Gaúchos, Tambor (da Procempa, Prefeitura Municipal de Porto Alegre), Rock press, Dissonância, Whiplash, dentre vários outros.

Site oficial

http://www.rogerioratner.com

 

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Lp música popular do Sul – gravadora Marcus Pereira  escrito em domingo 12 outubro 2008 20:39

Blog de bandasdorockgauchoforever :bandas do rock gaúcho forever, Lp música popular do Sul - gravadora Marcus Pereira

No total são 4 LPs. Os Tapes e Elis Regina participam.

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LP Som Grande do Sul  escrito em domingo 12 outubro 2008 20:42

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LP da Annie Perec  escrito em segunda 13 outubro 2008 01:49

Blog de bandasdorockgauchoforever :bandas do rock gaúcho forever, LP da Annie Perec

Annie Perec é uma cantora gaúcha que começou no final dos anos 60, participando dos festivais da arquitetura da UFRGS. Mas foi somente nos anos 80 que sua carreira teve maior continuidade. Ao lado da banda “Me faz um please”, a cantora apresentava-se seguidamente no bar Ocidente, Porto de Elis, etc. Depois foi pra Sampa e fez shows em casas badaladas como a Madame Satã, entre outras. Lembro de uma vez em um show de Gilberto Gil na Redenção (era só ele no violão, e um mar de povo), em que ele esqueceu a letra de “Domingo no Parque”, e perguntou à platéia se alguém sabia. Annie, que havia feito um show aqui em Porto baseado nos hits tropicalistas subiu ao palco e cantou com Gil, bem legal. A cantora lançou este LP pelo selo paulista da gravadora Eldorado. Entretanto, o som da gravação não ficou dos melhores, fato infelizmente corriqueiro em gravações pop e rock dos anos 80, o que prejudicou um pouco o registro, na minha opinião. A artista se valia de muita misancene em suas apresentações, fazendo um trabalho bem criativo e diferente. Ao que sei, a cantora atualmente está radicada na França.

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LP do Saracura  escrito em segunda 13 outubro 2008 01:52

Blog de bandasdorockgauchoforever :bandas do rock gaúcho forever, LP do Saracura

Do final dos anos 70 a meados dos anos 80 o Musical Saracura foi um dos principais grupos no cenário de Porto Alegre e gaúcho. Formado por Nico Nicolaievsky (atual Tangos e Tragédias, teclado e voz), Sílvio Marques (violão, ex- Academia de Danças), Chaminé (baixo e voz, ex- O Succo, Bobo da Corte, Hermes Aquino, etc.) e Gatinha (ex- Saudade Instantânea, Bobo da Corte, Sol e chuva), depois substituída na bateria por Fernando Pezão (ex-Mantra. Ainda integraram a banda, como “free-lancers” os guitarristas Zé Flávio (ex-Mantra, ex-Almôndegas, Os Totais) e Léo Henkin (atualmente no Papas da Língua). Misturando influências da MPB tropicalista, do rock e da música regional gaúcha (fizeram uma profícua parceria com o compositor nativista Mário Barbará, que incluiu uma temporada de shows e inclusive a participação na Califórnia da Canção de Uruguaiana), o grupo era um dos principais do cenário pop gaúcho do período. Neste disco, além de músicas de Barbará (notadamente o hit “Xote da Amizade”), registraram, dentre outras, alguns dos “clássicos” de Cláudio Levitan, tal como “Marcou Bobeira”. Deixou saudades nos fãs.

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Lp Juntos – Nelson Coelho de Castro  escrito em segunda 13 outubro 2008 01:54

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Este LP é considerado “oficialmente” o primeiro disco independente de Porto Alegre, e data de 1980, se não me engano. O diferencial entre o que aqui no sul ficou convencionado como sendo “disco independente” e as bolachas auto-financiadas é que eram vendidos bônus pelos artistas. OU seja, mais ou menos o que atualmente o pessoal está chamando de  “crowdfunding -financiamento colaborativo de projetos”.  Esta idéia “nova”, portanto, é bem velha. Então, no caso, o Nelson vendia ao pessoal antecipadamente o disco, e com o dinheiro arrecadado, bancou a gravação e a prensagem. Naquela época, surgiram diversos discos lançados neste esquema: lembro assim, de cabeça, do primeiro disco do Nei Lisboa, que lançou o “Neilisbônus”, do LP do Carlos Patrício,  do primeiro disco do Antônio (Totonho) Villeroy e por aí vai. Mas voltando ao Nelson,

além de ser uma grande figura, talvez tenha sido quem melhor traduziu até hoje a especificidade do portoalegrense, com sua linguagem, gírias, jeito e hábitos, em suas músicas. E este disco, sem dúvida, é um dos grandes pilares de sua obra.

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LP Música Popular do Sul

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Lp música popular do Sul – gravadora Marcus Pereira  escrito em domingo 12 outubro 2008 20:39

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No total são 4 LPs. Os Tapes e Elis Regina participam.

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LP Som Grande do Sul  escrito em domingo 12 outubro 2008 20:42

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LP da Annie Perec  escrito em segunda 13 outubro 2008 01:49

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Annie Perec é uma cantora gaúcha que começou no final dos anos 60, participando dos festivais da arquitetura da UFRGS. Mas foi somente nos anos 80 que sua carreira teve maior continuidade. Ao lado da banda “Me faz um please”, a cantora apresentava-se seguidamente no bar Ocidente, Porto de Elis, etc. Depois foi pra Sampa e fez shows em casas badaladas como a Madame Satã, entre outras. Lembro de uma vez em um show de Gilberto Gil na Redenção (era só ele no violão, e um mar de povo), em que ele esqueceu a letra de “Domingo no Parque”, e perguntou à platéia se alguém sabia. Annie, que havia feito um show aqui em Porto baseado nos hits tropicalistas subiu ao palco e cantou com Gil, bem legal. A cantora lançou este LP pelo selo paulista da gravadora Eldorado. Entretanto, o som da gravação não ficou dos melhores, fato infelizmente corriqueiro em gravações pop e rock dos anos 80, o que prejudicou um pouco o registro, na minha opinião. A artista se valia de muita misancene em suas apresentações, fazendo um trabalho bem criativo e diferente. Ao que sei, a cantora atualmente está radicada na França.

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LP do Saracura  escrito em segunda 13 outubro 2008 01:52

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Do final dos anos 70 a meados dos anos 80 o Musical Saracura foi um dos principais grupos no cenário de Porto Alegre e gaúcho. Formado por Nico Nicolaievsky (atual Tangos e Tragédias, teclado e voz), Sílvio Marques (violão, ex- Academia de Danças), Chaminé (baixo e voz, ex- O Succo, Bobo da Corte, Hermes Aquino, etc.) e Gatinha (ex- Saudade Instantânea, Bobo da Corte, Sol e chuva), depois substituída na bateria por Fernando Pezão (ex-Mantra. Ainda integraram a banda, como “free-lancers” os guitarristas Zé Flávio (ex-Mantra, ex-Almôndegas, Os Totais) e Léo Henkin (atualmente no Papas da Língua). Misturando influências da MPB tropicalista, do rock e da música regional gaúcha (fizeram uma profícua parceria com o compositor nativista Mário Barbará, que incluiu uma temporada de shows e inclusive a participação na Califórnia da Canção de Uruguaiana), o grupo era um dos principais do cenário pop gaúcho do período. Neste disco, além de músicas de Barbará (notadamente o hit “Xote da Amizade”), registraram, dentre outras, alguns dos “clássicos” de Cláudio Levitan, tal como “Marcou Bobeira”. Deixou saudades nos fãs.

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Lp Juntos – Nelson Coelho de Castro  escrito em segunda 13 outubro 2008 01:54

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Este LP é considerado “oficialmente” o primeiro disco independente de Porto Alegre, e data de 1980, se não me engano. O diferencial entre o que aqui no sul ficou convencionado como sendo “disco independente” e as bolachas auto-financiadas é que eram vendidos bônus pelos artistas. OU seja, mais ou menos o que atualmente o pessoal está chamando de  “crowdfunding -financiamento colaborativo de projetos”.  Esta idéia “nova”, portanto, é bem velha. Então, no caso, o Nelson vendia ao pessoal antecipadamente o disco, e com o dinheiro arrecadado, bancou a gravação e a prensagem. Naquela época, surgiram diversos discos lançados neste esquema: lembro assim, de cabeça, do primeiro disco do Nei Lisboa, que lançou o “Neilisbônus”, do LP do Carlos Patrício,  do primeiro disco do Antônio (Totonho) Villeroy e por aí vai. Mas voltando ao Nelson,

além de ser uma grande figura, talvez tenha sido quem melhor traduziu até hoje a especificidade do portoalegrense, com sua linguagem, gírias, jeito e hábitos, em suas músicas. E este disco, sem dúvida, é um dos grandes pilares de sua obra.

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