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Lp do Duca Leindecker

LP de Duca Leindecker  escrito em domingo 26 outubro 2008 18:01

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Este foi o primeiro disco do Duca Leindecker, talentoso guitarrista que, antes de fundar a banda de grande sucesso Cidadão Quem, integrou a Bandaliera, fazendo uma dobradinha nas guitarras com Marcinho Ramos. Neste período, Duca também fez gravações no LP “Geração Pop”, disco de estréia de Adriana Calcanhotto (foto aqui no blog). Também ganhou destaque, no período (início dos 90) ao estabelecer uma parceria com o guitarrista Frank Solari. O trabalho da dupla chamou a atenção de Bob Dylan, que convidou-os para fazer a abertura de shows de sua turnê brasileira. Com a Cidadão Quem, Duca gravou cinco discos (veja fotos aqui no blog). Mais recentemente, lançou o CD “Pouca Vogal”, do projeto/show em parceria com Humberto Gessinger (Engenheiros do Hawaii).

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LP Érika Norimar  escrito em domingo 26 outubro 2008 15:05

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Erika Norimar surgiu no programa “O Clube do Guri”, de Ari Rego, na Rádio Farroupilha AM, o mesmo em que despentou Elis Regina. Uma das grandes cantoras da “Era do Rádio” nos anos 60, Erika foi uma das intérpretes de destaque no Festival Sulbrasileiro da Canção (67/68/69), transmitido ao vivo pela TV Gaúcha (RBS TV). Especial destaque para a gravação de “O sonho”, de César Dorfman, um dos principais “hits” da bossa nova gaúcha. Este Lp foi lançado por uma major, numa tentativa de estabelecer uma carreira em nível nacional. A cantora já há tempos está radicada nos EUA, onde deu continuidade à sua trajetória musical, gravando e cantando música brasileira (veja aqui no blog o artigo “a bossa nova gaúcha”).

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LP do Impacto – Nova Luz  escrito em domingo 26 outubro 2008 12:09

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LP Impacto, Nova Luz – Contracapa  escrito em domingo 26 outubro 2008 12:12

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LP Alma – Geraldo Flach  escrito em domingo 26 outubro 2008 12:15

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Jovem guarda e beatlemania no Rio Grande do Sul

Jovem Guarda e beatleamania no Rio Grande do Sul

por Rogério Ratner

O surgimento do rock’n roll no final dos anos 50 nos EUA, e, especialmente, dos Beatles e da “British Invasion”, no início e ao longo dos anos 60, provocou um grande impacto na cena musical de Porto Alegre. A exemplo do que estava ocorrendo no restante do país, começaram a surgir pelo Rio Grande do Sul afora inúmeros conjuntos musicais jovens (denominação então adotada para identificar as bandas de rock) que, aproveitando o circuito dos bailes e reuniões dançantes formado por clubes sociais e desportivos, grêmios estudantis, centros acadêmicos, salões paroquiais, etc., que já estava consolidado em face do trabalho desenvolvido pelas orquestras e, especialmente, pelos conjuntos melódicos dos anos 50, encontraram ali terreno fértil para a sua projeção, desenvolvimento e consolidação. Estas bandas de rock, formadas em muitos casos por adolescentes ou jovens com idades aproximadas – para mais ou para menos – dos 18 anos, em sua maioria, executavam “covers” dos Shadows, Ventures, e, mais tarde, dos Beatles, Rolling Stones, Kinks, Herman’s Hermits, dentre várias outras bandas inglesas e americanas, além de sucessos do pop internacional. Com a ascensão e o fortalecimento da Jovem Guarda no centro do país, diversas destas bandas passaram a centrar foco também no repertório dos ídolos jovens nacionais então em ascensão, e, paralelamente, começaram a criar canções próprias, embora, de um modo geral, a maior parte das bandas tenha realmente se dedicado a executar repertório alheio. Foi assim que surgiram no cenário gaúcho bandas tais como os “Os Jetsons” (nascida no bairro Partenon, em Porto Alegre, e que, depois, mudou o nome para os “Os Brasas”), “Os Cleans” e “As Brasas”, que, posteriormente, radicando-se em São Paulo, gravaram discos e tiveram uma participação importante na cena da Jovem Guarda em nível nacional, embora não tenham chegado ao primeiro plano em termos de sucesso comercial. O Conjunto Caravelle, que até hoje atua em bailes, também lançou um LP em nível nacional, pelo selo Musidisc (numa mesma série que contou também com discos Ed Lincoln e Os Boêmios). Mais para o final da década de 60, com o surgimento da psicodelia e do tropicalismo, algumas bandas locais também seguiram estas trilhas, sendo a mais notória o Liverpool, que, nos anos 70, constituiria o núcleo do Bixo da Seda.

Cumpre fazer um parêntese aqui, para destacar-se que, curiosamente, o primeiro disco de rock gravado por um conjunto gaúcho foi “Rock on Big Hits”, anunciado em sua capa como contendo “Melodias famosas em ritmo de “rock” ”. O conjunto melódico de Norberto Baldauf, que teria gravado a bolacha a contragosto (pois a sua “praia” era a de música dançante suave, muito própria ao romantismo dos anos 50), obrigado a tanto pela gravadora Odeon, em 1959, registrou versões de Neil Sedaka (inclusive “Stupid Cupid”) e Paul Anka, dentre outros autores do rock americano do final dos anos 50, compositores mais “açucarados”, na comparação com os “crus” Elvis Presley, Little Richard e Chuck Berry. Inclusive consta do disco a gravação da música “Petit Fleur”, do decano do jazz Sidney Bechet, o que demonstra que o ritmo ainda era de definição um tanto imprecisa no Brasil naquele momento. É claro que esse não pode ser apontado como o primeiro disco do rock gaúcho, uma vez que não se tratava de uma banda de rock, embora seja genuinamente gaúcha, sem dúvida. Mas considerando-se que Cauby Peixoto e Nora Ney teriam sido responsáveis pelas primeiras gravações do gênero no Brasil, pelo que os especialistas no assunto têm relatado, esta gravação não se trata de nenhuma anomalia, ou fato fora do contexto geral.

De outro lado, Elis Regina – que esteve na linha de frente da famosa “passeata contra as guitarras”, anos mais tarde, quando dos “embates” do pessoal da MPB contra a Jovem Guarda -, ainda morando em Porto Alegre, foi uma das apostas da gravadora Continental para disputar, com Cely Campello, da Odeon, os corações e mentes da juventude brasileira. Lançou em 1961 o disco “Viva a Brotolândia” (Brotolândia era uma espécie de denominação dada à juventude ligada ao rock mais ingênuo, de autores tais como os antes aludidos Paul Anka e Neil Sedaka, do final dos anos 50 e início dos 60, versionados aos borbotões pelos emergentes rockeiros nacionais, antes da Jovem Guarda ser denominada como tal, e a palavra “broto” designava, na gíria de então, os jovens, ou mais especificamente, tinha a acepção de “garotas”), no qual gravou “Garoto Último Tipo”, versão do clássico “Puppy Love”, de Anka. Em 1962, ela lançou o disco “Poema de Amor”, também com baladas românticas do gênero. É evidente que Elis não pode ser considerada uma precursora do rock gaúcho, mesmo porque estes discos continham também músicas de origem variada, inclusive samba, samba-canção, “cha cha cha”, boleros, etc. A sua aproximação com o gênero parece ter sido mais consistente nos anos 70, quando gravou “Velha Roupa Colorida” e “Como Nossos Pais”, de Belchior, e “As curvas da estrada de Santos”, de Roberto e Erasmo Carlos.

A origem da cena roqueira gaúcha propriamente dita, nos parece, deve ser buscada nas “guitar bands” que foram surgindo no início dos anos 60, e que animavam bailes e reuniões dançantes, eventos que eram realizados aqui de forma profusa.

É interessante notar que, desde o final dos anos 50, e principalmente ao longo dos anos 60, fez-se sentir nestes eventos a transformação da “juventude”, que estava ocorrendo em nível internacional (ao menos nos países vinculados ao sistema capitalista), em um segmento social diferenciado e independente, com desejos e aspirações particularizados e com formas de expressão próprias. Este fenômeno vem sendo associado pelos estudiosos da matéria à chamada geração dos “Baby Boomers”, ou seja, a geração dos jovens nascidos após a Segunda Guerra Mundial, e dentro do clima de otimismo e prosperidade econômica que se seguiu a tal catástrofe. Neste ínterim, os bailes, que eram, pelo menos até um certo período dos anos 60, de um modo geral, um espaço freqüentado por jovens sob a estrita vigilância dos pais – principalmente em relação às filhas -, passaram a sofrer, enquanto formato de evento, uma gradativa mudança. Devido à moral bem mais rígida que então vigorava, os pais “marcavam de cima”, procurando velar pela “incolumidade sexual e afetiva” de suas filhas, o que, evidentemente, lhes exigia que tomassem cuidados redobrados em situações em que as mesmas pudessem ficar especialmente expostas à ação dos “almofadinhas, aproveitadores, gaviões e malandros” (embora normalmente, e na maioria dos casos, fossem rapazes “direitos”, de boa família, estudantes e trabalhadores), como eram alcunhados os “conquistadores” de antanho. As festas, naturalmente, ainda mais porque embaladas por músicas românticas, eram um momento flagrantemente sensível, a exigir o redobro desta vigilância. No correr dos anos 60, contudo, com todos os avanços comportamentais surgidos em seu bojo, traduzidos nos desejos de liberdade de expressão, individual e sexual, começaram, aos poucos, a ocorrer festas em que os jovens não contavam mais com esta indesejada tutela dos “coroas”. Mas é curioso notar que este processo não foi brusco e mecânico, podendo-se inclusive delinear um certo nível intermediário, a partir da lembrança do guitarrista Cláudio Vera Cruz (que integrou os Satânicos, o SOM 4, e a banda do “GR SHOW”, nos anos 60), em entrevista que nos concedeu, de que em um baile realizado na Sociedade Leopoldina Juvenil (um dos mais tradicionais clubes da capital gaúcha, e que reúne a “alta sociedade”), conviveram no mesmo palco o mais notório e consagrado dos conjuntos melódicos dos anos 50, o de Norberto Baldauf, antes aludido, executando seu repertório de música suave, cool, e de indiscutível bom gosto e charme, e os roqueiros de sua banda tocando Beatles, em um “set” especial para os “brotos”. Com efeito, em diversos bailes e reuniões dançantes realizados nos anos 60, não era incomum que a música ficasse a cargo de conjuntos melódicos, e que, à certa altura do evento, um conjunto moderno fizesse o seu “show para a juventude”. Ou seja, havia uma certa clivagem, mediante a qual era aberto um espaço para o “momento jovem” nos eventos. Contudo, na medida em que se avança da metade para o fim da década de sessenta, tornam-se bem mais comuns os bailes e reuniões dançantes em que diversas bandas de rock se revezavam nos palcos, em festas destinadas especificamente para o público jovem, sem o olhar persecutório e vigilante dos “velhos”. Afora o caso, evidentemente, de reuniões dançantes feitas na casa de alguém, geralmente para comemorar aniversários, em que a presença, ao menos dos pais do anfitrião/anfitriã, era praticamente certa, o que, convenhamos, era razoável, sob pena de a casa “virar de pernas para o ar”, como se dizia, à época. Ao mesmo tempo, os pais passaram a freqüentar festas especificamente destinadas a eles (denominadas ainda como bailes, ou jantar-baile, ou show-baile, isto quando havia um show de alguma “atração” de renome durante o evento), nas quais continuaram brilhando os conjuntos melódicos. Até chegarmos ao ponto em que a “convivência” dos dois públicos nos mesmos eventos deixou de ser primaz, passando a ser flagrantemente eventual, dando-se raramente e em ocasiões especiais, tais como nos famosos Bailes de Debutantes. De fato, o que no início da década de 60 era exceção, ao decorrer do período virou a regra, e vice-versa, de forma praticamente inexorável.

Nas festas realizadas em clubes, aliás, conforme já se pontificou, é que muitas vezes eram realizados shows de artistas de renome nacional, e até internacional, que vinham se apresentar na Capital gaúcha e no interior do Estado. Em vista disso, não era incomum que os artistas nacionais fossem acompanhados por conjuntos locais. Isto ocorreu, por exemplo, com Roberto Carlos, que em certa ocasião foi acompanhado pela banda gaúcha Os Dazzles (conforme relatou o tecladista e professor de jornalismo da PUC Sérgio Stoch, em “clássica” entrevista concedida para o programa “Congestão”, da Rádio da Famecos – Rádio Fam, que pode ser acessada pela internet). Realmente, não era incomum que isto acontecesse com os ídolos da jovem guarda (Wanderley Cardoso, Jerry Adriani, Ronnie Von, etc.) ou da própria MPB, quando vinham apresentar-se aqui.

Vale listar alguns dos locais em que eram realizados os bailes em questão, para ter-se uma idéia da abrangência e da quantidade destes eventos, que ocorriam de forma concomitante em diversos espaços, em quase todas as sextas-feiras, sábados e domingos, a ponto de não ser raro que as mesmas bandas tocassem em diversos eventos ao longo de uma única noite, em um revezamento frenético: Sogipa, Grêmio Náutico União, Grêmio Náutico Gaúcho, Sociedade Leopoldina Juvenil, Círculo Social Israelita, Sociedade Floresta Aurora, Cantegril Clube, Glória Tênis Clube, Sociedade Espanhola, Sociedade União e Progresso, Clube Dinamite, Jockey Clube, Sociedade Hípica, Lindóia Tênis Clube, Clube Comercial Sarandi, Grêmio Esportivo Israelita, Sociedade Recreativa Juventude, Petrópole Tênis Clube, Teresópolis Tênis Clube, Sociedade Polônia, Clube Atlético Libertad, Clube Independente, Sociedade Amigos do Jardim Itu, Clube do Comércio, Nonoai Tênis Clube, Sava Clube, Jangadeiros, Partenon Tênis Clube, Barroso-São José, Casa de Portugal, Círculo Militar, Clube do Comércio de Esteio, Cottilon Clube, Três Figueiras Futebol Clube, Sorves, Sociedade Germânia, Clube Campestre, Country Club, Clube Caixeiros Viajantes, Grêmio Esportivo Patriota, Associação Satélite Prontidão, Sociedade Gondoleiros, Sociedade Libanesa, Clube 11 Garotos, Grêmio Esportivo Wallig, Nonoai Tênis Clube, Clube Comercial Sarandi, Pedregulho Futebol Clube, Clube Comercial Guaíba, Sociedade “Nós os Democratas”, Esporte Clube Bandeirantes, Grêmio Futebol Portoalegrense, Tristezense Futebol Clube, Clube do Professor Gaúcho, Sociedade Cruz-Maltina, Sociedade Recreativa Piratini, Sociedade Navegantes-São João, Sociedade Veleiros do Sul, Clube de Regatas 24 de agosto, entre outras diversas entidades espalhadas pela capital e pelo interior do Estado. Além disso, muitas reuniões dançantes eram realizadas em Sindicatos, especialmente no dos Metalúrgicos de Porto Alegre, e por Centros Acadêmicos Universitários (tais como os da Engenharia, Economia, Direito, Medicina, Odontologia, Agronomia, Arquitetura, Farmácia, Jornalismo, etc.), da UFRGS, da Faculdade Católica de Medicina, da PUC, além de Grêmios Estudantis de Colégios tais como o Júlio de Castilhos, o Protásio Alves, o Israelita, o Cruzeiro do Sul, o Glória, o Dom João Becker, o Assunção, etc., alguns promovidos pela UMESPA, e também em Associações, tais como a da Família Militar e a dos Funcionários da Santa Casa, entre outras entidades.

De outro lado, o advento da televisão em Porto Alegre – inicialmente, com a TV Piratini, Canal 5 (dos Diários Associados de Assis Chateaubriand), em 1959, e da TV Gaúcha, Canal 12 (atualmente RBS TV), que se somou àquela em 1962, e, bem mais tarde, em 1969, também a TV Difusora, Canal 10 -, foi de fundamental importância para a divulgação da cena roqueira gaúcha, especialmente pelo fato de que, até o final dos anos 60, boa parte da programação era local, uma vez que ainda não havia a transmissão via satélite. Assim, mesmo a TV Piratini, que integrava a rede da TV Tupi, preenchia expressivos espaços de sua programação diária com atrações locais, o que permitiu uma janela importante para a divulgação dos trabalhos não apenas dos roqueiros, mas dos músicos locais em geral, e também de artistas de ramos diversos, especialmente o teatro. Tal cenário foi modificando-se aos poucos, especialmente com o advento do “videotape”, que permitiu que os programas produzidos no centro do país fossem aqui exibidos alguns dias após a sua transmissão, mediante a remessa das fitas por via aérea, até consolidar-se, nos anos 70, a situação que vivemos hoje, de pouco espaço para a produção original local na chamada TV “aberta”. Neste contexto, haviam diversos programas de auditório, que foram fundamentais para a divulgação do então nascente rock gaúcho, tais como “Juventude em Brasa” (apresentado por Daltro Cavalheiro, que até alguns anos atrás, ao menos, mantinha um programa de auditório na Rede TV), “Q sucessos”, “Darney canta”, todos na TV Piratini, e “Parque Infantil” (apresentado por Waldemar Garcia), “O Show do Gordo” (apresentado por Ivan Castro), “GR Show” (apresentado por Glênio Reis, ainda na ativa, com o seu “Sem Fronteiras”, na Rádio Gaúcha), “Puxa, é a Gaúcha” (apresentado por Hélio Wolfrid, sendo que Tatata Pimentel era do Júri), veiculados pela TV Gaúcha (a qual somente passou a transmitir a programação da Rede Globo, tal como nos moldes atuais, praticamente já nos anos 70), dentre outros. Em 1969, o apresentador gaúcho Júlio Rosenberg voltou a radicar-se no RS, após ter obtido grande sucesso na TV no centro do país, sendo inclusive um dos primeiros apresentadores de auditório a abrir espaço para os então iniciantes e eternos ídolos da Jovem Guarda, dentre os quais inclusive Roberto Carlos; Júlio apresentou na TV Piratini o seu programa de auditório, obtendo, como sempre, muito sucesso. Nos anos 70, ainda, e também na TV Piratini, merece destaque o programa de Sayão Lobato, que contava com o conjunto Impacto como banda “residente”. Estes programas, além de abrirem espaço para a divulgação das bandas, obviamente também revelaram diversos cantores identificados com a Jovem Guarda, tais como Darney Lampert, Luis Eugênio, Paulo Henrique, a bela cantora Glória Bernardete, Maria Helena Castro, dentre outros, muitos dos quais descobertos nos espaços e concursos para “calouros”.

Afora isso, podemos destacar ainda alguns outros programas de rádio que divulgavam a Jovem Guarda (é bom salientar que, de um modo geral, ela fazia parte, em maior ou menor medida, da programação normal das emissoras nos anos 60, e certamente nas rádios ditas “populares”, nos anos 70), como o de Clóvis Dias Costa, na Rádio Continental (ainda antes de a rádio entrar no formato que lhe deu enorme projeção, sob a direção de Fernando Westphalen), e, até o de Fernando Veronezzi, na conservadora Rádio Guaíba – mas até que nem tão vetusta quanto se propala, pois de vez em quando, ao longo de sua história, deu umas “brechinhas” a novidades -, “A Guaíba ensina o sucesso”, no qual eram atendidos os pedidos feitos por carta pelos ouvintes, e no qual eram rodados muito os discos de Roberto Carlos, Ronnie Von (imaginem que uma vez rodou até a psicodélica “Máquina Voadora”, da fase tropicalista do Príncipe), Leno e Lílian, Erasmo, Wanderley Cardoso, Jerry Adriani, etc. Na Rádio Difusora também havia um programa importante, neste sentido, que foi o “Lacta Clube” (apresentado pelo hoje professor e apresentador Carlos Alberto Carvalho, presidente da UNITV)

Listaremos agora algumas das bandas de rock surgidas no cenário gaúcho nos anos 60 (e outras que a elas se somaram nos anos 70): Os Jetsons, Os Brasas, Os Minis, The Dazzles, Os Indomáveis, The Liders, Os Cleans, Os Vibratons, Os Bruxos, Os Signos, os Incógnitos e Alphagroup (Mutuca Weirauch participou de ambas), Avanço 5, The Monkeys, Os Rockets (em que Júlio Fürst era baterista), As Brasas (da qual fizeram parte as cantoras Yoli Planagumá e a hoje gaudéria Berenice Azambuja, do hit “É disso que o velho gosta”), As Andorinhas, Os Boinas Azuis (da qual participou João Baptista, baixista dos Almôndegas, hoje radicado no Rio, e Zezé, o criador do mítico “Clube do Guitarrista Gaúcho”), Os Clivers, The Coiners, Os Havaianos, Os Besouros, Rio 6, Mocotó 5, Os Hienas, The Best, Os Corsários, The Tigers, Mao Mao (na qual tocou Chico Ferretti, e que posteriormente passou a chamar-se Made in Brasil), Os Bravos, The Hermann’s, The Silvers, Tema Jovem, Ajuntamento Show, Os Águias, Manifesto, Os Goldfingers, Poder Jovem, Os Avançados, The Shames, Os Nômades, Som Mágico, Mustang, Os Virginians, The Cheyenes, Beat Five, Jovem Record, Os Faraós, Os Corujas, Os Sayfers, Os Morcegos, The Hoolygans, The Saylors, The Dragons, Os Incendiários, Os Tímidos, Os Felinos, 2001, The Bachfuls (de Cláudio Levitan), Os Maníacos, The Baby’s, Som 6, GR Show, The Kinds, Alfa e Beta, Caravelle, The Thunder Sounds, SOM 4 e Os Satânicos (de Hermes Aquino e Cláudio Vera Cruz), Os Havaianos, A Gang, Os Comanches, Pigmalião 70, Gang, Os Invencíveis, Basket Makers, Enigma, Embalo 5, The Dragons, The Robinsons, Os Galgos, Os Ciclopes, O Elenco, Os Invictos, Os Lobos, Os Avançados, Século XX, Tributo, Os Fantásticos, Os Hippies, Liverpool, Espectro, Os Mongóis, Prefixo, San Remo, Beethoven, The Shames, Manchester, Os Pedreiros, Os Cavaleiros de Fogo, Os Paqueras, Khaos, Prosexo (futuro Byzarro), Os Gertrudes, Os Monges, Os Cavaleiros de Fogo, A Gang, Os Paqueras, Monjolo, Keóps, Exodus, Apolo 5, Impacto, Constelação, Shivarée, Som Livre (ou Sound Free), Choque Mental, Quinta Dinastia, Época, Everest, Os Rand’s, Os Jatos, Os Gobbis, O Cromo, Os Frank’s, Controle Remoto, Os Rubis, Choque, Os Siderais, Som Five, O Esquadrão, Os Acadêmicos Inseparáveis, Dólar, M/A Band (de Pelotas, que gravou um compacto), Maomé, Os Monroes, Os Hienas, Os Andróides, Grow’s, The Chaines, Demian, Super Sound, Impulso 70, Dimensão 70, Geu Boys, BR 70, Os Espiões, Os Navarones, The Beagles, Die Fledermaus (integrado por Gelson Oliveira), Os Zumbis e Hi-fi (integrados por Bebeto Alves), Os Magnos, Alma e Sangue, Os Pingüins, Sociedade Anônima, Talento Band, The Fire’s Boys, Espectro, Os Mágios, The Boxer’s, O Elenco, Os Clips, Pusher, Reação, Brasa Som, Excelsior, O Grupo, Espectro, Califórnia, Monterrei, Sound Company, Boogaloo, Os Dráculas, The Wanders, Apolo 5, Top Top Sound, Pentágono, Tempo Livre, Santana Band, Dimensão 2001, Djambo, Sucexo, Relance, O Momento, Sound Machine, etc.

Pode-se dizer que, pelo menos até pouco antes da metade dos anos 70, os bailes e reuniões dançantes foram o principal mercado de trabalho para os músicos das bandas de rock gaúchas. Até que, gradativamente, devido às mudanças dos hábitos dos jovens, que passaram a se interessar mais por freqüentar bares e casas noturnas (o que se verificou ainda mais expressivamente a partir dos anos 80, quando foram criadas importantes casas, tais como o Ocidente, o Opinião e o Porto de Elis, entre muitas outras), este circuito foi esvaziando-se aos poucos, ao menos na Capital. De fato, a freqüência e a quantidade de bailes e reuniões dançantes com música ao vivo em clubes sociais e outros espaços em Porto Alegre foram gradativamente diminuindo, podendo-se apontar diversas causas, além da já alinhada: o aumento dos custos, em termos de cachês e de aluguel de equipamentos de som e luz, ao mesmo tempo em que muitos clubes estavam se descapitalizando (sendo de assinalar, inclusive, que diversas entidades encerraram suas atividades neste período, ao passo que outras se mantiveram, embora deficitárias, sendo poucos os clubes que atualmente estão em plena atividade, não apenas em relação à parte desportiva, mas também em relação aos eventos sociais, podendo contar com a contribuição em dia dos sócios, e com uma movimentação social regular); o fato de que muitos freqüentadores, especialmente os mais velhos, acharem que os conjuntos tocavam muito alto, “atrapalhando” as conversas e “perturbando” os ouvidos; o baixo custo que representavam, na comparação, os Disc-Jóqueis e o som mecânico, etc. O certo é que esses conjuntos, no período em questão, quando atuavam em bailes realizados em clubes na capital, geralmente o faziam em eventos para casais de meia-idade, não tanto para o público efetivamente jovem – embora isto ainda acontecesse, em certa medida, especialmente em eventos destinados às classes economicamente baixas. Em decorrência dessa relativa decadência no cenário dos bailes e das reuniões dançantes, nem todos os conjuntos conseguiram sobreviver. De fato, esta conjuntura, que foi se desenhando mais claramente nos anos 80, fez com que apenas os grupos que melhor se organizaram e se especializaram neste tipo de evento mantivessem o seu espaço. É o caso, por exemplo, dos conjuntos Impacto, Caravelle, e Boinas Azuis, entre outros, até hoje na ativa. O Impacto é, de todos, o principal conjunto de baile oriundo dos anos 60 (resultante da união de ex-componentes das bandas The Dazzles, The Cleans e The Coiners), tendo inclusive feito uma bela carreira fonográfica desde os anos 70, com repertório próprio e gravando músicas de compositores amigos da banda (tais como Cláudio Vera Cruz, Hermes Aquino, Discocuecas, Calique e Garay, etc.), com diversos LPs e um CD lançados.

Notadamente, nos anos 80, os “Bailões”, tais como o do Cardoso e do Reci, foram um dos poucos espaços que se abriram para a atuação de conjuntos de baile na capital gaúcha. Destinados à população de baixa renda, estes locais, eram definitivamente “malditos” para as classes média e alta. Assim, muitos conjuntos de baile tiveram que “ir aonde o povo está”, ou estava, no caso. Alguns desses locais ainda se mantém, e já se tornaram “clássicos”, tais como o salão de danças localizado ao lado da Casa de Portugal, na avenida João Pessoa, em frente ao Parque da Redenção, e o Star Clube, na Assis Brasil, na zona norte, dentre outras casas do gênero espalhadas pela cidade. Aliás, na medida em que a Jovem Guarda começou a ser tachada de “cafona” ou “brega”, especialmente a partir dos meados dos anos 70, foi neste tipo de casa noturna que nomes como Wanderley Cardoso, Jerry Adriani, Adriana, Rosemary, Vanusa, Antônio Marcos, etc., passaram muitas vezes a se apresentar em Porto Alegre.

No interior do Estado, a mudança de cenário não foi tão radical, embora, em certo grau, também tenha se feito sentir em relação aos grupos de baile oriundos do rock, especialmente no final dos anos 70. A tradição dos bailes em clubes sociais, embora mais voltados a casais de meia-idade, de um modo geral, parece ter sido mais cultivada no interior do Estado do que na Capital no período a que nos referimos agora. Contudo, e até surpreendentemente para um observador “metropolitano”, como é o meu caso, pode-se dizer que nas cidades periféricas à Capital e nas “colônias” este mercado foi, pouco a pouco, e sob outro perfil, cada vez mais se estruturando, a ponto de atualmente passar por um verdadeiro “boom”. De fato, nesta seara, pode-se perceber um fenômeno muito interessante, uma espécie de metamorfose que se foi dando ao longo do tempo, muitas vezes resultante de amálgamas de elementos diversos. Com efeito, vários grupos originados de bandinhas e orquestras alemãs, outros que originalmente atuavam nos bailes gauchescos, alguns grupos de descendentes de italianos, e outros de formação étnica e origem musical não tão facilmente delineável, e, ainda, alguns veteranos de conjuntos originários do rock nos anos 60 e 70 (caso, por exemplo, da Banda Vitrine, formada por músicos com décadas de estrada, que passaram pelos Boinas Azuis, Caravelle, entre outras bandas de nomeada) ou mesmo de conjuntos melódicos melódicos – que faziam o circuito formado por alguns clubes, mas muito significativamente pelos “salões”, seja de bailes propriamente ditos, ou em sociedades de canto, de tiro e caça, de bolão, associações de bairro, times de futebol amador, etc., e por casas noturnas criadas em velhos galpões comerciais e industriais adaptados, tão comuns em nossas zonas de colonização alemã e italiana, e, de resto, alastradas pelo interior afora -, decidiram “modernizar-se”, dando um novo fôlego a este tipo de formação musical. Esta “repaginação” ocorreu mediante a modificação da instrumentação (introduzindo-se um teclado no lugar do acordeão, por exemplo, ou uma guitarra no lugar do violão), e também por mudanças no visual dos componentes (mediante o uso de roupas mais “modernas” e “universais”, e cortes de cabelo mais atualizados, etc.), além de alterações no repertório. Além disso, outros grupos formados por jovens foram surgindo sob a influência e no rastro desta “modernização” (a banda Barbarella pode ser apontada como um bom exemplo deste tipo de conjunto, já contando com uma considerável estrada), e, junto aos mais antigos, consolidaram um mercado muito forte, obtendo ótimos resultados em termos fonográficos e de veiculação em rádios, atuando numa linha bem popular e muitas vezes centrada em repertório autoral, voltados em primazia à população mais humilde, e que desponta paralelamente à fatia de mercado visada pela chamada “Tchê Music” (ela própria também resultante de uma “modernização” da vertente regionalista, em termos semelhantes). Mas é de notar, neste ínterim, que o consumo deste tipo de música entre as classes média e alta, especialmente no interior do RS, vem crescendo significativamente. Para ter-se uma idéia, inúmeras destas bandas vêm tendo os seus CDs pirateados pelo interior afora, muito embora seus discos não passem nem perto do toca-cds (ou computador) da Atlântida FM ou da Pop Rock FM (nessa, aliás, só dentro do quadro do “Everaldo Guilherme”, no qual um dos apresentadores da emissora “encarna” um locutor de rádio “bem povão”, só que em clima de total gozação), as rádios que “fazem a cabeça da galera jovem”. A ponto de não ser mais incomum ver-se, ao menos no interior do Estado, alguma caminhonetão “top de linha” importado trafegando com o volume “a toda”, vertendo o som de alguma destas bandas.

As gravadoras ACIT (a que pertence o selo de rock Antídoto) e Vertical, que exploram massivamente este filão “neo-bailante”, são as maiores incentivadoras destes grupos, em termos de produção fonográfica. Para inteirar-se dos locais e da quantidade destes eventos a que estamos nos referindo, basta o leitor descer na estação rodoviária de alguma cidade interiorana, para ver espalhados pelas paredes diversos cartazes de propaganda (invariavelmente, com a foto colorida da banda em um palco, e com um espaço em branco, no qual são anotados a pincel atômico a data e o local da “função”).

Mas voltando-se ao foco principal de nossa exposição, pode-se dizer que a Jovem Guarda, como de resto, a betleamania, foram e são elementos importantes utilizados – embora muitas vezes em um contexto de fusão com várias outras informações – pelos compositores e bandas atuais que configuram o rock no RS. Algumas sempre explicitam esta influência, como é o caso particularmente da Graforréia Xilarmônica, ou do trabalho solo de seus componentes, e também de Plato Divorak e Banda, Júlio Reny, Wander Wildner, etc.; e do trabalho de diversas outras bandas e autores, ainda que não assumida, pode-se identificar também a influência jovemguardista (dos Beatles, naturalmente, nem se fala, especialmente considerando-se que após a fase “yeah yeah yeah, expressão que deu origem ao nosso “iê iê iê”, caminhou pela psicodelia, vertente disseminada no rock “dos pampas”). A banda Vídeo Hits, que não está mais na ativa, chegou a regravar o clássico “Sílvia, 20 horas, domingo”, de Luis Vagner (guitarrista de Os Brasas) e Tom Gomes, convidando Ronnie Von, que originalmente gravou a canção, para uma participação especial em seu único CD, lançado pela Abril Music. O certo é que o rock gaúcho de hoje, de um modo geral, continua com muita influência das sonoridades e estilos formatados nos anos 60, sendo que, destas, a banda Cachorro Grande é a que mais recentemente tem obtido maior projeção nacional.

Paulo mailto

Seg 24 Out 2011 02:47

Meu Pai tinha uma banda chamada The Dragons e estou procurando vídeos e material a respeito..quem souber pode entrar em contato comigo através do paulo@somosb.st
Obrigado!


  • Lairton mailto

    Ter 08 Fev 2011 19:23

    Anos 60: Os Phantomas, Beat Group Co. e Os Cleans! É nóis que voa! Abraços.


  • Luis Freitas mailto

    Sex 12 Fev 2010 12:51

    Em Guaiba nos setenta e quase oitenta, teve muita movimentação em torno de banda de baile. Posso citar The Protectors, com o grande baterista chico de Paula, Os Trepidantes com o baixista Adro e oguitarrista Cézar, que gravaram um cd em 2005, e se apresntaram no programa Radar da TVE. O grupo Girasol dos irmãos Gilberto e Gilmar, que depois com a adesão do baixita Beto Betthovem virou o grupo Tempo, que tocou inclusive em Santa Catarina, tocamvam um Rock “Hard” e também canções dos almondegas, casa das maquinas. Sua formação era Guitarra: Gilberto, Baixo: Beto Beethoven ou o substituto Funério, Bateria: Gilmar (tio Boca) todos cantavam. Nos anos 80 começou uma movimentação musical em Guaiba. Tivemos o grupo Acalanto com Zé Queixo, Beethoven e Rato. Que contou com o violão exemplar e guitarra de Cacá de Xangô músico conhecido em Porto Alegre. Tivemos o grupo Apse, integrado por Tota Remedyus que mais tarde integrou a Hootchie Coochie Band de Blues, juntamente como Luisinho. Nos noventa bandas fizeram sucesso tais como: Los Vatos, Superguidis, Beckandroll com Eduardo Freita guitarra e vocal, que detonam o mais puro Punk Rock.


  • Luis Freitas mailto

    Sex 12 Fev 2010 12:30

    Em meados da década de setenta, pude ir a diversos bailes (no mínimo tres) em Guaiba, Sociedade União dos Veteranos, e Sociedade Amigos do Balneario Alegria, em que a atração eram diversos conjuntos. 5º Dimensão, Sound Machine, Bobo da Corte (fuguetti), Laranja Mecanica (fuguetti idem), eram noitadas espetaculares para a gurizada. Exatamente como tu falas no texto.

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Woodstock em Porto Alegre

por Rogério Ratner

Blog de bandasdorockgauchoforever :bandas do rock gaúcho forever, Woodstock em Porto Alegre

VIVENDO A VIDA DE LEE –WOODSTOCK EM PORTO ALEGRE
por Rogério Ratner

“É Lee, é calça Lee, é Lee, é calça Lee…” (baixa o som do jingle, entra a voz com eco, com muita energia e rapidez na dicção): ”na superquente Continental, o novo movimento, o som daqui, já gravado no estúdio 2 da superquente, especial para Mr. Lee em concerto, isso é viver a vida de Lee, é você estar ligado na Continental, ao natural, curtindo o que os nossos têm pra nos dizer, gente daqui, o novo movimento, a força do som local (…)”; “superquente Continental, fique parado aí xará, é gente nossa, som feito aqui no Porto, aqui na superquente com Mr. Lee, os melhores da música do sul do país, o som que levou mais de cinco mil pessoas para o Araújo Viana, pra curtir o Concerto número II, você está sintonizando, curtindo a superquente (…)”; “Lee, a proposição de uma força nova, uma coisa daqui, com a força total da superquente Continental (…)”. (“Living the life of Lee, living the life of Lee…”, baixa o jingle, entra a voz): “Vivendo a vida de Lee, o importante é você olhar pra uma Lee e saber que é Lee, Mr. Lee em concerto, pra você ficar por dentro do que está acontecendo de bom, um trabalho de estrutura, pra você curtir o som local, valorizar a nossa música, saca o som, o ritmo autêntico, o recado natural, com a liberdade de Lee, saca a força desta guitarra (…)”; “isso é viver a vida de Lee, é você estar ligado na Continental, ao natural, gente daqui, do novo movimento, a força do som local, um lançamento de Mr. Lee para todo o sul do país, Mr. Lee em concerto, dando força para os novos talentos, saca o som, o recado (…); “pra qualquer hora, qualquer lugar, em qualquer tempo, Lee jeans, veio de muito, muito longe, andou muita estrada pra ficar junto de você, jeans, a roupa que dá consistência ao corpo e “guenta” o tirão, pra você curtir a total liberdade num mundo todo azul, prestigie e valorize os nossos músicos, “vamo” curtir o recado, com Mr. Lee em Concerto, dando força para os novos talentos, a onda 1120 superquente Continental, com 20 Kilowatts transistorizados…”

Quem viveu na década de 70 em Porto Alegre e era jovem – ou criança, como eu, que tinha por volta de dez anos, à época – certamente nunca mais se esqueceu da voz e da animação incontrolável do Mr. Lee, captada em nossos incipientes radinhos de pilha, ou então nos velhos rádios e eletrolas dos “coroas”. Mr. Lee – personagem hoje mítico no imaginário das novas gerações do “som local” e na lembrança de seus contemporâneos setentistas, que a princípio deveria corresponder a um cowboy americano, mas que aos poucos foi se transmutando em um legítimo “magro do Bomfa” (O Bomfim é o bairro onde aconteceram alguns dos principais agitos artísticos e musicais dos anos 60 em diante em Porto Alegre, e está intimamente ligado, enquanto cenário, ao rock e à música popular feitos na capital gaúcha), encarnado de corpo e alma pelo genial radialista Júlio Fürst, na igualmente espetacular e revolucionária Rádio Continental AM, emissora pertencente ao Sistema Globo de Rádio.
A Rádio Continental AM, que já existia desde os anos 60, mas que era uma emissora com programação semelhante a das rádios AM do interior, sem uma direção clara em sua programação, foi adquirida pelo Sistema Globo de Rádio no final dos anos 60. No início dos 70, Fernando Westphalen e Marco Aurélio Wesendonck assumem o comando da emissora, e recebem carta branca para repaginá-la. Assim, surgiu no dial portoalegrense uma proposta nova, sendo a Continental um dos primeiros veículos a apostar na segmentação da audiência jovem, uma vez que as demais rádios AM, de um modo geral, atuavam no esquema que ainda é atualmente utilizado naquela faixa de emissão, de notícias, entretenimento, esportes, política, etc., para o público em geral, não separado por faixas etárias. A Continental então traçou o “mapa da mina” cujos rastros foram seguidos a partir do início da década de oitenta por diversas rádios FMs na capital dos gaúchos e em seu entorno – quando a música jovem trocou de faixa no dial do AM para o FM -, formato que se alastrou por todos os “rincões do pampa” e que, guardadas as proporções, vigora até hoje. Além de Júlio, a rádio contou com diversos disk-jóqueis inovadores, tais como o Cascalho (a quem se pode atribuir a paternidade da expressão “magrinho”, tão em voga na Porto Alegre da época, e que identificava a “galera” jovem), Clóvis Dias Costa, Beto Roncaferro (que era o programador musical da rádio), entre outros. Veiculava também um programa dos então professores do cursinho pré-vestibular IPV, José Fogaça (atual Prefeito de Porto Alegre) e Clóvis Duarte (Programa Câmera Dois, na TV Guaíba). Inovava na locução, na linguagem, na informalidade de seus locutores e apresentadores, no marketing, na propaganda- que era feita especialmente para ser rodada em suas ondas -, contava com o comentário diário do escritor Luis Fernando Veríssimo, entre muitas outras novidades, sendo a primeira emissora “cientificamente” criada no Sul especialmente para o público jovem e universitário. Isso numa época em que tudo no país era muito “quadrado”, o Brasil estava em plena ditadura militar, momento da vida nacional em que o “É proibido proibir” do maio de 1968 descambou no pesadelo do “Nada é permitido, inclusive pisar na grama”. E a Continental não raras vezes bateu de frente com a ditadura e sua famigerada censura, tendo inclusive sido retirada do ar em determinados ocasiões, além de ter que conviver diariamente com o “bafo” dos censores.
Analisando-se o fenômeno em que se constituiu esta rádio – e sem embargo quanto a todos os seus inegáveis méritos e o papel de vanguarda em diversos aspectos, como já assinalado -, observa-se que o trabalho de Júlio Fürst na Continental indiscutivelmente se revestiu de um caráter único, não apenas pelo estilo próprio de apresentar o seu programa, mas também pela proposta que destemidamente bancou junto aos diretores da emissora, que trouxe conseqüências espetaculares para o desenvolvimento e a divulgação do rock gaúcho e da MPB feita no sul.
A história começa mais ou menos assim: Júlio, que é baterista, atuava em um conjunto melódico (tocavam em bailes e festinhas) nos anos 60, e no início dos 70 teve uma loja de discos na Avenida Independência, então um dos points da juventude portoalegrense. Um amigo seu -que veio a ser proprietário de inúmeras casas noturnas famosas na capital gaúcha-, indicou-o para trabalhar na Rádio Pampa AM, que tentava fazer frente à monopolização que a Continental estava obtendo frente ao público jovem das classes A e B (e parte da C). O trabalho de Júlio chamou a atenção da Continental, e após um tempo ele e o seu “fiel escudeiro” Beto Roncaferro se foram de “mala e cuia” para a concorrente. Inicialmente, Júlio apresentava um programa de soul/funk americano, encarnando “Julius Brown”, um negão “típico” do Bronx que transmitia em português, embora o locutor seja um indisfarçável descendente de alemães. Chegou a discotecar festas no Clube Floresta Aurora (entidade quase que exclusivamente freqüentada pela comunidade negra da capital, que fazia festas semelhantes aos bailes realizados no Rio nos anos 70, em que vicejavam Banda Black Rio, Cassiano, Tim Maia, etc.), caracterizado como “negão black” clássico, ladeado por duas dançarinas com cabeleiras black power, na maior cara-de-pau. Então, ocorreu que, à época (início de 1975), a fábrica de roupas gaúcha Renner (da qual se originaram as Lojas Renner, hoje uma cadeia nacional) decidiu estabelecer uma espécie de franchising com a Lee americana, para produzir no Brasil as calças jeans como “originais”, tendo em vista que até então as calças da marca que circulavam por aqui eram todas importadas. Nos EUA, a Lee já tinha um programa transmitido coast to coast de música country, inclusive promovendo shows ao vivo. A Renner, que queria justamente penetrar na faixa de mercado do público jovem, propôs à Radio Continental que a emissora produzisse e transmitisse um programa nos moldes do americano. Então, “Julius Brown” foi aposentado e Júlio Fürst passou a encarnar o “Mr. Lee”. Desta forma, a partir de abril de 1975, Júlio apresentava (narrando em português, obviamente) o programa do Mister Lee, encarnando uma espécie de cowboy brasileiro e veiculando country americano. Em julho daquele ano, Júlio foi convidado para ser jurado do Musipuc, o festival mais importante de música universitária que se realizava na década de 70 em Porto Alegre. Encantado com a qualidade dos trabalhos que viu e ouviu ali, teve a idéia luminosa de propor à direção da Continental que os artistas locais gravassem suas músicas no próprio estúdio da Rádio, no gravador de dois canais constantes do Estúdio B, e que as músicas passassem a rodar em seu programa. Os diretores acharam a idéia um pouco maluca, e disseram que o risco seria do próprio radialista, caso aquilo redundasse num fracasso de audiência. Júlio, corajosamente, decidiu abraçar a “bronca”.
A proposta – que inicialmente consistiu na oportunidade de os músicos registrarem de forma semi-profissional seus trabalhos, gravando suas canções nos estúdios da própria rádio, numa época em que Porto Alegre não era dotada de estúdios efetivamente profissionais, e, melhor ainda, com a veiculação iterativa e efusiva das gravações no programa do Mr. Lee, e, posteriormente, inclusive na programação normal da rádio – desembocou em um verdadeiro movimento musical sem precedentes na cena portoalegrense, que não somente ganhou o Estado, como inclusive marcou presença no Paraná, apresentando o trabalho dos gaúchos aos paranaenses, e vice-versa. Foram shows e caravanas de músicos pelo sul do país, com auditórios lotados e, não raro, tumultos e fãs histérica(o)s. Quando os artistas apresentavam-se nos shows denominados “Mr. Lee in Concert”, subiam ao palco não raro tendo a platéia “na mão”, uma vez que o público jovem já conhecia as músicas por ouvi-las reiteradamente antes na rádio, não raramente cantando junto as canções. Nestes shows – e nos shows individuais e coletivos que os artistas passaram a fazer a partir daí – havia uma total identidade entre os espectadores e os artistas, assim como eles, jovens típicos da classe média gaúcha (e de outras classes também). Geralmente os artistas e o público estavam imbuídos das mensagens de “paz e amor”, de sonhos e utopias, nos rastros do movimento hippie e de outras viagens típicas dos anos 70. Além disso, as apresentações eram recheadas de toques sobre a “liberdade” e o vazio do mundo do consumo, mensagens que, diga-se de passagem, tinham que ser muito bem metaforizadas para conseguir “passar” pela censura. Os shows, guardadas as proporções, eram traduções miniaturizadas de Woodstock, festival americano no qual Júlio procurou se inspirar, e em vários aspectos eram mesmo correlatos deste. É claro que não tinham e nem podiam contar com toda a estrutura, a “piração” e liberdade vigorantes nos EUA dos 60, afinal ainda estávamos em plena ditadura, e a própria reunião de um grande número de jovens em um local fechado já era muito mal vista pelos censores, que exigiam que o radialista e os músicos lhe submetessem previamente o conteúdo do que iam falar ao público. Mas com certeza, em termos de número de atrações, qualidade, variedade, duração dos shows (o show no auditório Araújo Vianna durou uma eternidade) e animação, havia sim semelhança com o grande festival americano, guardadas as proporções, enfatiza-se. É preciso destacar também que, naquela época, meados dos anos 70, em que reinavam soberanos os vinis, os discos independentes eram raríssimos, limitando-se a eventuais e bissextas “matérias pagas” de algum “incauto” ou “milionário”, de forma que o esquema do Mr. Lee proporcionou que artistas amadores (em termos profissionais, não em questão de qualidade musical) e independentes pudessem registrar o seu som e divulgar de forma totalmente gratuita o seu trabalho, sem qualquer esquema de jabá ou coisa que o valha, muito ao contrário. Pra não fugir da regra, tudo isto somente aconteceu porque na hora certa estava no local certo a pessoa certa, com a atitude certa. Sem dúvida, se não fosse a coragem pessoal do Júlio Fürst, então no início de sua promissora carreira profissional de radialista e apresentador (a que, após este ciclo, deu continuidade, já despido do personagem, mas de forma não menos brilhante, na própria Continental e em diversas FMs da cidade, sendo que atualmente desempenha na Rádio Itapema FM), nada disso teria acontecido. É preciso lembrar que os fatos a que fazemos alusão ocorreram num cenário em que não havia significativas apostas em artistas jovens locais por parte da mídia – com raras exceções de incentivadores, tais como o grande radialista Glênio Reis, Pedrinho Sirótsky e o seu Transassom, bem como o suporte dado pela mídia escrita, especialmente por Juarez Fonseca, Maria Wagner, Osvil Lopes e Nei Gastal -. O contexto do mercado musical gaúcho era tal que os talentos surgidos inevitavelmente tinham que migrar para o centro do país para obter maior projeção e o merecido reconhecimento, sem que gozassem ainda de um ilimitado prestígio por aqui, tal como ocorreu nos anos 60 com Elis Regina e com o Liverpool (banda de rock tropicalista que na década seguinte deu base ao também lendário Bixo da Seda). E é justamente por conta desta realidade local, que a postura que Júlio decidiu abraçar com unhas e dentes se afigurava então uma incógnita, e se apresentava virtualmente temerária, não apenas comercialmente para a Rádio Continental, mas inclusive para o próprio futuro profissional do radialista. Com efeito, não havia muita referência acerca da viabilidade comercial desta proposta inovadora, à época, mas é indubitável hoje que, se não fosse pelo pioneirismo de Júlio e dos diretores da rádio, que respaldaram a sua idéia, certamente o mercado local de música em Porto Alegre não seria o que depois veio a ser, e tampouco o que é hoje. E o que chama mais atenção, e que nos revela que a coragem foi ainda maior do que se poderia inicialmente supor, é a extrema qualidade dos trabalhos veiculados, o que indica que a diretriz era no sentido de se promover um verdadeiro nivelamento “por cima” junto ao público. De fato, Júlio não “facilitava” para o público, não nivelava “por baixo”, não “empurrava” músicas fracas e escancaradamente comerciais “goela a baixo”, em busca de maior penetração junto à audiência. Ao contrário, os trabalhos musicais que o Mr. Lee apoiava não ficavam em nada a dever em relação ao que era produzido de melhor, à época, no resto do país, em termos de MPB, Pop e Rock. Júlio, com sua audácia e originalidade, demonstrou que era (e é) possível sim veicular música jovem de qualidade feita em Porto Alegre e obter com isso respaldo popular e resultados comerciais em termos de faturamento da emissora.
Infelizmente, o programa do Mister Lee deixou de ser produzido em face do desacordo havido entre a empresa patrocinadora e a direção da rádio, quanto aos valores do contrato de publicidade. Deste modo, Júlio já entrou o ano de 77 não mais como o cowboy, mas como “Mestre Júlio”, e sem o “gás” que o patrocínio proporcionou em termos de respaldo para a produção dos shows, que por serem coletivos e durarem horas a fio, envolviam altos custos. O fim do programa, em que pese a força que o radialista e o restante da equipe da rádio continuaram dando ao som local, representou um considerável revés para alguns dos trabalhos musicais que eram divulgados naquele espaço. Alguns outros artistas da cena conseguiram manter uma projeção ascendente em suas carreiras, em que pese tal fato.
Não seria arriscado dizer que possivelmente muitos de nós hoje não conheceríamos os excelentes músicos que afloraram daquela geração portoalegrense e gaúcha, que Júlio catapultou em seu programa e nos shows que promovia. Alguns destes artistas, se não fosse a ousadia do seu “empurrão” inicial, talvez não se tornassem tão famosos nacionalmente no futuro, tais como Kleiton e Kledir (então membros dos Almôndegas), Hermes Aquino (é, aquele mesmo da Nuvem Passageira) e Joe (roqueiro que começou pela MPB, vencendo uma das linhas da Califórnia da Canção, festival de música regionalista gaúcha, como Zezinho Athanásio, depois transmutando-se em “Joe Euthanásia” – observação: não chegou a participar de show do Mr. Lee, mas era rodado no programa), e Mauro Kwitko (autor de algumas das pérolas do repertório de Ney Matogrosso em sua carreira solo). Além, obviamente, talvez não viessem a obter projeção tantos outros nomes importantes que surgiram naquele período, tais como Fernando Ribeiro, Gilberto Travi, Inconsciente Coletivo, Nelson Coelho de Castro, e muitos mais. Mas não apenas isso, se não tivesse acontecido o movimento capitaneado pelo Mr. Lee -naqueles frenéticos dois anos aproximadamente em que o programa foi ao ar, do meio para o fim da década de 70-, não seria delírio pensar que muitos outros trabalhos importantes como os de Nei Lisboa, Bebeto Alves, Gelson Oliveira, Totonho Villeroy, Vitor Ramil, Júlio Reny, Jimi Joe, Wander Wildner, Frank Jorge – ou seja, um espectro que abrange o próprio Rock Gaúcho dos Anos 80, que estourou Brasil afora -, talvez não houvessem obtido tanta repercussão no futuro. Ocorre que vários dos radialistas importantes surgidos na década seguinte (a grande maioria inclusive hoje ainda na “ativa”), que deram o “empurrão” inicial necessário para impulsionar as carreiras destes músicos, eram fãs dos programas veiculados na Continental, e foram influenciados de alguma maneira pelo “modelo” do programa do Mister Lee, adotando a mesma postura de divulgar e apoiar valores locais novos em suas respectivas rádios FM. Pode-se rastrear a influência da Continental AM, ainda que de forma reflexa, na formatação das rádios Ipanema FM, Atlântida FM, Unisinos FM (notadamente em sua versão inicial, mesmo porque o seu criador assim o declarava), Band FM (o manager Kamarão também reconhece a influência), Gaúcha FM (atualmente Itapema), Pop Rock e FM Cultura (especialmente na época em que Zé Flávio foi o Diretor de Programação). Ou seja, nas principais estações de música jovem, rock e mpb da capital gaúcha.
Seguem abaixo alguns dos trabalhos e artistas veiculados pelo Mister Lee e pela Rádio Continental AM nos anos 70 ligados ao rock (ou ao pop rock, ou à MPB mais ligada ao pop). Não é ocioso registrar que, em entrevista pessoal que Júlio Fürst me concedeu, perguntei-lhe porque o Bixo da Seda, então o principal nome do Rock Gaúcho, não fez parte do “circo” do Mr. Lee. Segundo Júlio, isso deveu-se ao fato de que, embora tenha feito o convite ao empresário da banda, o mesmo pediu uma alta soma à guisa de cachê, o que a produção não tinha condições de cobrir, tendo em vista que os valores alcançados pelo patrocinador mal suportavam os custos de produção, sendo que os artistas (não raro dez ou doze bandas por evento) rateavam apenas o que sobrava, após o abatimento dos gastos, da renda da bilheteria.

– Inconsciente Coletivo: banda que misturava folk e mpb num formato “Peter – Paul – Mary “, com João Antônio (atualmente dono do Abbey Road, uma das principais casas de shows musicais de Porto Alegre, na qual é sócio de Júlio Fürst), Alexandre (um dos proprietários do Sargent Peppers, outra casa noturna importante da cidade) e a (psicóloga) Ângela. Um som suave, com violas e vocais, bem legal, em que se destacavam as músicas “Voando Alto” e “Terras Estranhas”, gravadas em um compacto lançado em 77 pela gravadora carioca Tapecar.
– Bizarro (posteriormente Byzarro): banda de rock progressivo, hard rock, jazz e o que mais pintasse. Criada nos anos 60 sob a alcunha de Prosexo, contou em sua formação com Carlinhos Tatsch (guitarra), Gélson Schneider (baterista, que posteriormente pertenceu às bandas Trovão, Swing e Câmbio Negro), Mário Monteiro (baixo) / Mitch Marini (baixista que também integrou as bandas mencionadas de Gélson). Fizeram vários shows em dobradinha com o Bixo da Seda. Destacam-se no repertório “Sombras” e “Betelgeus Star”.
– Bobo da Corte: na época do Mr. Lee, a banda tinha na formação Zé Vicente Brizola (filho do próprio e fundador do Bixo da Seda), Gatinha (bateria, posteriormente atuou no Saracura em sua fase inicial), Chaminé (baixo, depois Saracura) e Otavinho (guitarra). Fughetti Luz chegou a participar de uma das formações desta banda, antes de entrar para o Bixo. Rock direto levemente hard, numa levada bem juvenil, sendo de destacar “Genial Colegial”.
– Almôndegas: Banda seminal da música gaúcha dos anos 70, da qual participavam Kleiton e Kledir, e, ainda, Quico Castro Neves, Gilnei Silveira e Pery Souza. Depois, saíram os três últimos e entraram Zé Flávio, João Baptista e no finzinho (79) Fernando Pesão, este na bateria. Transitava pelo rock, bossa nova, milongas, temas regionais do Sul, Mpb e o que mais pintasse, com ótimas letras. Destaque para a Canção da Meia-Noite, que foi trilha da novela Saramandaia da Rede Globo, e Rock e sombra fresca no Quintal (ambas do genial guitarrista Zé Flávio).
– Hallai-Hallai: banda de country/folk rock, num estilo bem acústico, fazia um som muito legal, contava com Necão e Paulinho, entre outros membros que foram se revezando, sendo que em 1987, com Jorge Vargas no baixo, gravou um disco pela gravadora 3M, intitulando-se apenas como Hallai. Em destaque, as músicas “Cowboy” e “Quando viajar pro Norte” (esta de Fernando Ribeiro).
– Zé Flávio e o Mantra (posteriormente Mantra Jazz Rock circus): Banda capitaneada pelo guitarrista Zé Flávio, o qual, antes de monta-la, participou da banda-show Em palpos de Aranha, que também chegou a se apresentar em show do Mr. Lee (a Em palpos era Zé, Cláudio Levitan, Graça Magliani, Giba-Giba e Néri). O Mantra era formado ainda por Inácio (baixo), Fernando Pesão (bateria, também da banda instrumental Zacarias, que participou do Mr. Lee, posteriormente integrante dos Almôndegas, Saracura e atualmente nos Papas da Língua), e Jakka (percussão),  Zé Luiz (guitarra, ex-os Monges, e futuro Desenvolvymento) e Clóvis (percussão). Transitando entre o rock, o blues, a mpb, o tango, entre outras milongas, sempre com uma pitada “latina” a la Carlos Santana, fazia um som bem lisérgico e com muita energia. Destaque para “Dói em mim” e “A Margarida do Brejo”. A banda terminou quando Zé foi convidado para integrar os Almôndegas em 77, mudando-se para o Rio de Janeiro.
– Élbia: cantora que fez parcerias com o jornalista, radialista e músico Jimi Joe, apresentou-se no último show do Mr. Lee, realizado no Teatro Leopoldina, em 76, tinha uma música maravilhosa, que não deixava nada a desejar em relação à Rita Lee da fase Tutty Frutti, chamada “Como meu quociente de pureza se manifestou diante da Sociedade”.
– Gilberto Travi e o Cálculo IV: MPB com pitadas de Jazz e blues, com letras inteligentes e provocativas, nas quais eram utilizadas muitas das gírias dos anos 70, com um especial sotaque portoalegrense. Participou em todos os shows do Mr. Lee. Gilberto chegou a ser convidado por Liminha para gravar um compacto pela Warner, que havia se separado da Gravadora Continental, na época, e estava criando o seu cast, o que só não rolou em face da falta de garantias financeiras mais sólidas, além da exigência de que abandonasse a banda que sempre o acompanhou. Posteriormente, junto com o próprio Júlio Fürst, com Beto Roncaferro, e com João Antônio, formou os Discocuecas, banda impagável de “gozação” e “tiração de sarro”, na qual restou muito bem canalizada a face humorística que Gilberto também explora como compositor e performer. Em sua faceta “séria” destaca-se, no repertório de “Gilberto Travi e o Cálculo IV”, “Poluição” e “Pretensão”.
– Hermes Aquino: sensacional cantor e compositor, traçava o que viesse, do blues/rock à guarânia. Em sua fase tropicalista, nos anos 60, foi pra Sampa e orbitou em torno dos poetas concretistas, junto com sua prima Laís Marques e com Carlinhos Hartlieb, fechando parcerias com Tom Zé e o grupo o Bando. Depois voltou para o Sul e foi um dos principais nomes dos shows do Mr. Lee. Em face desta visibilidade, gravou pela Tapecar as músicas Nuvem Passageira e Matchu Pitchu, sendo que a primeira foi trilha da novela Casarão, primeiro lugar nas paradas de sucesso nacionais. Desentendendo-se posteriormente com a gravadora Capitol, que lançou seu segundo LP, recolhendo-se infelizmente em ostracismo em sua casa em Porto Alegre, o que vigora até hoje, para a tristeza de seus fãs.
– Utopia: Trio acústico à base de dois violões de aço (um deles de doze cordas) e violino, liderado por Bebeto Alves, contando também com os irmãos Ricardo e Ronald Frota. Difícil de classificar o seu som, feito de “viagens sonoras” típicas dos anos 70, com muito improviso e músicas intermináveis, me arriscaria a dizer que seu estilo era mais ou menos “psicodélico-acústico-progressivo”, com pitadas de jazz cigano (em entrevista que me concedeu, o Bebeto associou o som da banda ao Crimson de Robert Fripp). Desmanchou-se em 76 e lá por 78 teve nova formação, bem maior, e com uma proposta ligeiramente diferente da original, com Bebeto, Ricardo, Cao Trein, Zé Henrique Campani (que também foi dos grupos Emergência e Metamorfose, que participaram de shows do Mr. Lee) e até de Nico Nicolaiéwsky (passagem rápida), dentre outros. Lá por 79 Bebeto começou sua carreira solo.

  

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Listão das bandas, artistas, grupos e músicos gaúchos de todos os tempos

Impacto Compacto Vinil Saudades De Você 1984 Stereo

 

Rogério Ratner: Aí vai o listão das bandas, instrumentistas, cantore(a)s, cantoras, compositore(a)s, letristas, etc. gaúchos/gaúchas de todos os estilos, e de todos os tempos. Colabore lembrando alguns nomes. A lista é sempre provisória e sujeita a alterações constantes. # A forma mais fácil de conferir se a banda/artista já foi incluída, é ir no google, e preencher “bandas do rock gaúcho forever” e acrescentar o nome do artista/banda.

As andorinhas/ Acústicos e Valvulados/ Apocaliypse/  Atos Relutantes/ Apollus Band/ Acústico Reggae-Marley/ Anahatta/ Anos Blues/ Arnaldos/ Astronauta Pingüim/ Automóvel Verde/ Álibi/ Ameba/ Área Restrita/ Anima/ Alcaphones/ Alfa e beta/ Alto Falantes/ Adriano Trindade/ Conjunto Aderbal Ávila/ Arpége/ Agent-B/ Alta Simetria/ Ataque Vândalo/ Aruêra/ Argumento Sonoro/ Aruêra/ Alive/ Ata/ Aduana/ Antivirtual/ Amnésia/ Abbey Road Band/ Alphagroup/ AL 40/ Aruera/ Alma Roots/ Araponga/ Aurora Boreal/ Auriu Irigoite/ André Gomes/ Antônio Campara/ Andréa Cavalheiro/ Adão Pinheiro/ Andy Boy/ Arquivolante/ Akaschic/ Atmosphere/ Atalaia/ Armon/ Arte Final/  Autores e Intérpretes/ Armandinho/ Adriana Gimenez/ Airton Pimentel/ Ana Maria Bolzoni/ Adriana Deffenti/ Ana Krüger/ André Binsfeld/ Alfredo Sommer/ Apanhador Só/ Anna Lógica/ Angelo Metz/ Alex de Souza/ Arthur de Faria/ Augustinho Licks/ Alexandra Scotty/ Os Apaches/ Afro Sul/ Auge Perplexo/ Abeck9/ Araponga/ Alguidar/ Alemão Ronaldo/ Apartheid/ Adriane de Souza/ Antônio Carlos Falcão/ Ana Karina/ Annie Perec/  A 4/ Aquaplay/ Os Argonautas/ Anjos do Hangar/ Aplóides/ Alma Beat/ Musical Amizade/ Altovox/ Os Alucinantes/ Astaroth/ Angélica Rizzi/ Aluísio Veras/ Alex Alano/ Alelujah/ Atrack/ Alt+F4/ Ávalon/ Alma de Borracha/ Atraque/ Acústico Rock/ Alcousticos/ Alex Cruz/ Alma Rock/ Ângelo Franco/ Alerta Geral/ Afterburn/ Astral/ Ary Piassarolo/ AlexandreVieira (I e II e III)/ Alexandre Fonseca/ Alexandre Vianna/ Alex Rossi/ Aristóteles de Ananias Jr./ The Albatroz/ Arrabalero/ Almôndegas/ Arnaldo Sisson/ Atahualpa i us panquis/ Álvaro Lutti/ Ana Maria Bolzoni/ Alexandre Brito/ Abril/ Adriana Calcanhotto/ Adriana Marques/ Alegre Correa/ Ata/ Álvaro Godolphin/ Angelo Fantinel/ Antônio Prizon/ Angélica Ruas/ Antonio Carlos Cunha/ Alberto Oliveira/ André Martins/ Antonyo Rycardo/ Adriano Carazzo/ Alexandre Brito/ Alexandre Flores/ Alberto André/ Adriana Simmione/Alphagroup Blues/ Andina/ Apartheid/ Audio Som/ Art Biss/ Conjunto Aristides Villas-Boas/ Armon/ Os Ameixas/ Acústicos ao vento/ Anires/ Os Arnaldos/ Argus Montenegro/ Anibal Carneiro/ Autores e Intérpretes/ Auditiva/ Ângelo Primon/ Arthur Elias/ Arthur Nestrovski/ Álvaro Lima/ Álvaro Santi/ Alexandre Susin/ Antônio Volkweiss/ Ângela Jobim/ Antônio Villeroy/ Alan Camuaski/ Antônio Campara/ Adriana Muller/ Anires Marques/ Alfredo Sommer/ Alle Ravanello/ Armaggedonn/ Amilson Silva/ Anete Lubisco/ Andréa Augustin/ Auvergne/ Aúrea Baptista/ Alerta Geral/ Os Avançadíssimos/ Alexandre Fritzen/ Antônio Carlos Brunet/ Antônio Carlos Falcão/ André Coelho/ Ângelo Franco/ Augusto Stern/ Alma Blues/ Alegre Corrêa/  Assubek/ Os Atuais/ Antes do Além/ Akashic/ Arame Farpado/ Alegria/ Abalo Único/ Área Restrita/ Arte Livre/ Auto Retrato/ Os Águias/ Os avançados/ Anjos do Rock/ Arkanjo/ Os Araganos/ Abelha Rainha/ Amazônia/ Abalo Sísmico/ Alcalóides/ Acordes e Cordas/ Amêndoa/ Abangu rock/ Abeck 7 e 9/ Abril/ Abril 18/ AC/DC Cover/ Amil/ Ascétika/ Ação em Reação/ Anticorpos/ Acesso Negado/ Antivirtual/ Acusma/ Armon/ Acústico John/ Aeroblues/ Ácido Sulfúrico/ Aerovelhas/ ANKH/ Arquitetor de Hawana/ Anjos de Vinil/ Área Restrita/ Antinomia/ Astrox/ Again/ Água de Melissa/ Ak5/ Auto Retrato/ Alan fix/ Alcalina/ Alex Rech/ Alfa/ Os Alfaiates Farroupilhas/ Absinto 7/ Amigo Lagarto/ Angels/ Aristhoteles de Ananias Jr./ Astronautas Prismáticos/ Antes do Além/ Anjos Renegados/ Conjunto Abílio Marca/ Anjo Negro/ Anjos do Hanngar/ Atraque/ Anjos quase infernais/ Alma Blues/ Aline Figcelli/ Alpha Dog/ Avanço 5/ Ajuntamento Show/ Alfa e beta/ Os Avançados/ Apolo 5/ Os Acadêmicos Inseparáveis/ Alma e Sangue/ Os Andróides/ Alta Tensão/ Álvaro Santi e o Caixaprego/ Altaploide/ Amarula/ Alquimia/ Âmago Elíptico/ Amigo Lagarto/ Água da Vida/ Antimônio/ Auditiva/ Alforge/ Asas do Vento/ Anna Lógica/ Anticorpos/ Alta Simetria/ Avante/ Os Aventuras/ Armaggedon/ Astrolábios/ Asper/ Afro Sul/ Ata/ Atentado ao Pudor/ Anna O!/ Amor e Restos Humanos/ Apex/ Arte e manha/ Arena Age/ Arawak/ Atro/ Arengueira Musik@/ Arsenal/ Armação Ilimitada/ Anos Dourados/ Adam/ Apartheid/ Anos blues/ Auto-retrato/ Awennid/ Ameba/ Attus/ Asp/ Anamnese/ Anansi/ Arkanjo/ AnCor/ A. L. F./ Arena Age/ Across the Universe/ Afro Sul/ Andarilhos/ Any me faz um please/ Apex/ Musical Amizade/ Anestesia/ Musical Amizade/ Art Biss/ Anestesya/ Alerta Geral/ Akashic/ Água de Melissa/ Afrotchê/ Aneurisma/ Ávalon/ Antônio Acústico Show/ Almas iguais/ Alligator’s Blues Rock/ Anexo 44/ Arkanjo/ Artecover/ ArmaZen/ Adolfo e os Paradoxos/ Agnostic Orchestra/ Avante/ Alcalóides/ Andina/ Alfa e Beta/ Os Atonais/ Acapulco/ A Rosa dos Ventos/ Angels/ André Bertuol/ Atraque/ Altofalantes/ Acústico Sublime/ Aqua-play/ A4/ ACB 8/ Aletheia/ Azambuja’s Blues/ Aroma/ Albatroz/ Arawak/ Asper/ Anaxes/ Alvo/ Apex/ A.L.F./ Ameba/ Apanhador Só/ Amauri Iablonówski/ André Binsfeld/ Alexandre Guterres/ Alexandre Jost/ Alle Ravanello/ Alexandre Áusquia/ Alfredo Rozoco/ Alexandro Massioti/  Avante Royale/ Amauri Copetti/ Alexandre Santim/ Os Águias/ Adriano Trindade/ André Loss/ Arthur Nestrovski/ Ana Mascarenhas/ Alessandra Carvalho/ Alexandre Ostrowski Jr./ Alisson T. Araújo/ Anabel Alzaibar/ Alberto Oliveira/ Alessandra Verney/ André Piccinini/ Ayres Pothoff/ Aninha Freire/ Ayres Pothoff/ Augusto Maurer/ Adilson Rodrigueiro/ Adão Rosa/ Alexandre Móica/ Alexandre “Papel” Loureiro/ Alexandre Starosta/ Alma Beat/ Álvaro Vilaverde/ Álvaro Magalhães/ Alexandre Barea
Bixo da Seda/ Bizarro-Byzarro/ Beselhos/ Blues Markers/ Big Zen Voodoo/ Brandhy/ Os Bruxos/ Balzac/ Barões/ Blast/ Bandaid/ Barba Ruiva e os Corsários/ Beckandroll/ Bossa Nova Jazz Band/ Beat/ Bad Flowers/ Bandida/ The Bestial Project/ Brim Curinga/ Bambino Selvagem/ Bois de Gerião/ Bailei na curva/ Badulaque/ Blackpool Bards/ Bossa Lounge/ B. Bossa Trio/ Os Buscapé/ BSN/ A Banda/ Blazz/ Os Brasas/ Brasa Som/ Beethoven/ The Beagles/ Os Besouros/ The Bachfuls/ The baby’s/ Basket Makers/ Os Bravos/ Beat Five/ B Jack/ Bilubi.du/ Baby Core/ Babysitter/ Bleff/ Bacon 27/ As Brasas/ Borboleta Negra/ Brasil Pop Quarteto/ Bar 9/  Balarrasa/ Bobby Punky/ Os Barra Limpas/ Bali Hai/ Bandit/ A Barra do Porto/ Barfly Band/ Bandinha do Bertoldo/ Os Bones Tribe/ Brazuca/ Beat Box/ Batmans/ Bethsides/ Barfly Band/ Bonday/ Babies on fire/ Blues Express/ Beijo Azul/ Balzacs/ Batuque de Cordas/ Batucada/ Banda du Porto/ Black Cat/ Beer duff/ Boogaloo (anos 60)/ Boogaloo(anos 2000)/ Bandaneon/  Barlavento/ Blush/ B Jack/ Bioradio / Bondai/ Blues Express/ Brilha Samba/ Bad Bad Sever/ Barrabás/ Bahamas/ Balla Haus/ Batuque de Cordas/ Banda do Porto/ Bocalis/ Borboleta Groove/ Bleve /BandabsurdaBleach/ The Beatles Magical Band/ Burgomestre/ Bruce Medeiros/ Bebeto Mohr/ Brigadeiro/ Blastorm/ Balarrasa/ Bataclã Futebol Clube/ Barbarella/ Blue Drift/ BoB/ Blitzkrieg/ Blizter/ Boby joy/ Brazilian Sound Machine/ Bullet/ Bleff/ Buffalo Red/ Black Tools/ Bleque/ Blush/ Baila Baila/ Brilha som/  BlackMaria/ Bismuto/ Bombados/ Big Country Band/ Balanço do Tchê/ Brasileiros cantam brasileiros/ Bikini Hunters/ Os Beatos/ Grupo Bem Brasil/ Biss/ Blackbirds/ Banda de Banda/ Burrito/ The Bull Frog Blues and Rock/ The Beatles Magical Band/ Bruxa de Pano/ Bruxaria/ Bobby Punky/ Barfly/ Black out/ O Beco/ Blue Band/  Bandaliera/ Bismuto/ Brigadeiro/ Borbotões/ Beto Beatle e Banda B/ Burning Brain/ Bossa in duo/ Bobo da Corte/ Bando Barato pra Cachorro/ The beavers/ Brigitte Bardot/ Bico Fino Brothers Band/ Baby Doll/ Bebeto Alves/ BoB/ Boicote/ Brasil Varonil/ Blackout Sul/ Bichano da Massa/ Berimbau/ Banda dos Corações Solitários/ The Beatles Magical Band/ Bebeco Garcia e o Bando dos Ciganos/ BSN/ Bataclã FC/ Big Chico/ Bidê ou Balde/ Bugallo/ Black Sheep/ The Beat Five/ Bandaneon/ The Best/ Banda de casa/ Brisocks/ Blanched/ Badulaque/ Black Master/ Beto Roncaferro/ Bric Brothers/ Betrayol/ The Baby’s/ Boneca de Pano/ Back on the road/ Black Soul/ A Barata Oriental/ Bilirubina/ Black Mosquito/ Bichano da Massa/ Beavers/ Balanço Geral/ Os Boinas Azuis/ The Beatles fun club band/ Boina/ Bugo Silveira/ Bruno Antunes/ Bruno Morais/ Bullet/ Beth Krieger/ Berê/ Beltrão/ Beto Bruno/ Brunetto/ Berenice Farina/ Bertrand Kolezca/ Bianca Fachel/ Bruno Antunes/ Betha Jaegger/ Beto Oliveira/ Beth Chaise/ Baca/ Bossa 50/ Beto Bollo/ Bill Matte/ Beto Castelarin/ Betha Jaegger/ Biba Meira/ Beto Ruschel/ Bugo Silveira/ Beto Rotenberg/ Breno Sauer/ Beth Chaise/ Breno Starosta/ Bad Fish/ Black Mosquito/ Blackbirds/ Brasinhas do Espaço/ Os Bruxos/ Boogaloo/ Os Beatos/ Bruxaria/ Os Bonitos/ Banana Maldita/ Bliferzantes/ Banda do Encontro/ Bacon 27/ Blumerang/ Black Trio/ Backstage/ Belladona/ Bertrand Kolezcka/ Black Limousine/ Banda do Dorinho/ Bleque/ Be’ living/ Bailanta/ Bleff/ Bliferzantes/ Banda du Porto/ Belos e Malditos/ Black ward/ The Boxer’s/ Bleffe/ Bandaue/ Os Bacanas/ Bluegrass PA/ Bandalarga/ The Best/ Bosque das Bruxas/ Black Opala/ Bad Fish/ Baby Doll/ Bestial Distraught/ Babysitter/ Black Power/ B.B.Band/ Beto Porto/ Bruno Acosta/ Beto Lacaze/ Batucada Atômica/ Banda do Garrafão/ Bandavanera/ Banzai/ Buenachos/ Bedeu/ Bonitinho/ Bandinha do Bertoldo/ BBossa/ Beto Herrmann/ Breno Ronchetti/ Beto Porto/ Burgomestre/ Breno Sauer/ Black Tools/ Beto Bollo/ Branca/ Berenice Azambuja
Ceres/ Os corujas/  Cinzentos/ Chimarruts/ Criado Mudo/ Cabala/ Catch a fire/ Cacto Rosa/ Confraria/ Credentials/ Chris Amoretti/ Cristiano Nichelle/ Carlos Maltz/ Cléo de Páris/ Catuípe/ Clave de Lua/ Coié Lacerda/ Calça Justa/ Chapéu de Cobra/ The Cheyenes/ Carlinhos Hartlieb/ Cartolas/ Os Clivers/ The Coiners/ Os Corsários/ Grupo Criação/ Cóccix/ Cactus Jack/ Cacto Rosa/ Carne de Panela/ Camaratta/ Cyco/ Coral do Cecune/ Camerata Brasileira/ Cais/ Cléber Fiorini/ Círculo de Violões/ Cordão de Cor/ Confraria do Samba/ Os Carlos/ Clarah Averbuck/ Calibre/ Cláudio e os Goldfingers/ Cover Boys/ Cadillac’s/ Caravan 79/ Celina Barbosa/ Caravan 79/ Consideração/ Crucifixion/ Os Comanches/ CCOMA/ Caravelle/ Os Ciclopes/ Coral Banrisul/ Cobaias/ Caixa de Espelhos/ Corsários do Parque/ Coeso/ Cássio Letona/ Cleiton Vittal/ Clayton/ Coisa Preta/ Cadillac/ The Chaves/ Clave de Vidro/ Corda de Bamba/ Cartel da Cevada/ Charles Master/ César Saraiva/ Cláudio Nilson/ Carlinhos Santos/ Cláudia Zuniga/ Clóvis Ostromayer/  Cristina Sorrentino/ Cláudio Vilanova/ Cristina Gerling/ Célia Franco/ Cláudio Levitan/ Cláudio Bonder/ Carlos Bicca/ Os Cavaleiros de Fogo/ Constelação/ Choque/ Controle Remoto/ O Cromo/ Os Clips/ Califórnia/ César Teixeira/ Cuca Medina/ César Augusto/ Cleyton Castilhos/ Celso Marques/ Caio Gomes/ Carlos Lichman/ Cícero Guedes/ Carlos Martau/ Chico Pedroso/ Carina Levitan/ Cabiduia/ Cucastortas/ Corolarium/ Os Cowbees/ Casa de Classe Média/ Café Marrakesh/ Carlão e Tedi/ Clube do Samba/ Clepsidra/ Cães de Aluguel/ The Cleans/ Cadillac 59/ Canícula/  Chico Ferretti/ Caça Níquel/ Caminhão Honesto/ Cuidado que mancha/ Cláudio Sander/ César Souza/ Carmelo de Los Santos/ Cleyton Castilhos/ Claitor Arthur/ Celso Krause/ Colombo Cruz/ Cheiro de Vida/ Coisa Rara/ Chaminé/ Casaco de Madame/ Cidadão Quem/ Corda de Bamba/ O Clã/ Casa da Sogra/ Cachorro Grande/ Charger/ Costellethas/ Calotas Cromadas/  Curaçau Blues/ 5 ampéres/ Catedral/ Cowboys/ Os Corujas/ 100% SUS/ Clemens/ Chaparral/ The Coiners/ Canto Livre/ Covero/ Café Y Açucar/ A Cretinice me atray / Coisas de Água/ Os Clivers/ Os Campeiros/ Constelação/ Coqueiro Verde/ Cuidado Menina/ Ciro Moreau/ César Franarin/Charles Delbono/ Cláudio Mariano/ Carlo Pianta/ Grupo Cordas e Rimas/ Clã Mcloud/ Cinzas/ Conjunto Carlos Alberto/ Contrabanda/ CR/ Calibre 66/ Carlos Lichman/ Os Cascavelletes/ Os Corrosivos/ Crushers/ Caravelle/ Candieiro/ Cólera/ Cemiramis Jazz Band/ Canibais/ Cecune/ Calota de Fusca/ Chamada Geral/ Carboxila/ Contraste Combo/ Coyote feyo/ Café Marrakesh/ Cantoria/ Cantadores do Litoral/ Cammelot/ Cláudio Spritzer/ Céu do Sul/ Cau Hafner/  Cléber Correa/ Clóvis Ibanês/ Carla Kieling/ Cláudia Braga/ Carlos Badia/ Cachaça/ Carina Donida/ Chico Padilha/ Cícero Guedes/ Cláudia Braga/ Carlos Medina/ Carlos Badia/ Cézar Ferreira/ Carlinhos Santos/ Clio Paulo/ Cao Guimarães/ Cristine Patané/ Celso Lima/ Cristiano Bertolucci/ Chandele/ Cristiano Quevedo/ Corda de bamba/ Calmon/ Canela/ Cabeça, Tronco e Membros/  Cozinheiros/ Caia na Raia/ Cao Trein/ Chernobyl/ Celso Jardim/  Cimbal/ Curto Circuito/ Casa de Classe Média/ Crazy Diamond/ Chespiritos/ Cia. Gaúcha/ Coral Sesc/ Coral da UFRGS/ Coral da Aços Finos Piratini/ Coral 25 de Julho/ Caia na Raia/ Café Acústico/ Canta Povo/ Contragolpe/ Carbono 60/ Cavalo Doido/ Couro, cordas e cantos/ Cláudio Vera Cruz/ Corações Solitários/ Caravelle/ Caravana/ Chips/ Coupe de Ville/ Canavalhas/ Casa da Sogra/ Café Som e Leite / Canastra Suja/ Choque Elétrico/ Câmbio Negro/ Complexo de Épico/ Clã destino/ 5 ampéres Cappellrock/ Casulo/ Caracol/ Cep 90000/ Charlote Dorfman/ Cassius Garcia/ Cláudia Ribeiro/ Celso Coelho/ Clarice Nejar/ Cláudio Calcanhotto/ Corja/ Chulé de Coturno/ Clitóris Incandescente/ Canastra Suja/ Corda de Bamba/ Colateral/ CHC/ Cacto Rosa/ Chiclé Demência/ Cartel/ Contrato de Risco/ Catedral/ Cíntia Rosa/ Cardo Peixoto/ Cláudio Sander/ Careca da Silva/ Chico Saratt/ Celso Iuck/ Claus e Vanessa/ Controvérsia/ Cóccis/ Os Coiotes/ Cabala/ Cheiro de Paixão/ Cowboys Espirituais/ Coquetel Molotov/ Chatorresto/ Cobra Criada/ Clepsidra/ Confraria do Sax/ Carburador Azul/ Cinema/ Contrabando/ Clã Mcloud/ Cara e Coragem/ Canção/ Contraregra/ Os corsários/ Cobaias/ Comunidade Nin-jitsu/ Carmen/ Colarinhos Caóticos/ Crisium 666/ Só Credence/ Ciro Trindade/ Contos e Fatos/ Carqueja/ Chico Preto/ Chargy/ Credentials/ Carona/ The Chaves/ O cerco/ Cristiana Pretto/ Caia na Raia/ Calique Ludwig/ Carlos Branco/ Cau Neto/ Cigano/ Country Gurias/ The Chaves/ Código Moral/ César Dorfman/ Clóvis Câmara/ César Audi/ Cao Karam/ Charles Vianna/ Cristiano Albrecht/ Cristine Patané/ Clóvis Boca Freire/ Clóvis (percussão)/ Carlos Patrício/ Caixa Preta/ Cinema/ Catavento de Bolso/ Cheiro de Paixão/ Coverboy/ Cow Bees/ Coisa Preta/ Cantakgente/ Coffe and Roll/ Circuito Emocional/ Contrarregra/ Cube/ Cocada Preta/ Creeper/ Carona/ Cavalo Horse/ Cinza e Azul Noite/ Crazy Mama Band/ Chad Bold/ Cerco/ CSD/ Chico Gomes/ / Carlos Magno/ Carlos Alexandre Machado/ Caco Santos/ Celso Bastos/ Coca Barbosa/ Cabo/ Culpados Inocentes/ Caulfield/ Chatman/ Cobaias/ Conexion Espiral/ Cor Brasil/ Código Penal/ Grupo Centelha/ Cleber/ CNS/ Carne de Panela/ Clã-Destino/ Charger/ Cartomantes/ Carlos Stein/ Calibre/ Calígula/ Os Canalhas/ Conexão Pop/ Os Corsários/ Chiripás/ Garotos do Fandango/ Caixa Preta/ Chamada Geral/ Canção/ A Cura/ Constant Turbulence/ Café Black/ Circuito Emocional/ Camboja Motel/ Criptograma/ Coice Elétrico/ Clemens/ Confraria do Sax/ Castelo Forte/ Os Chihuahuas/  Coisarada/ Cristina Sorrentino/ Celso Guttfreind/ Carlos Cachoeira/ Cristine Patané/ César Navarro/ Christian Salvatti Paim/ Claiton Ribeiro/  Celso Krause/ Choque/ Choque Mental/ Chico Castro/ Cláudio Bonder/ Clarissa Peretty/ Cristiano Hanssen/ Cidinho / Christian Ivers/ Clóvis Soibelman/  César Souza/ Carlos Calcanhotto/ Cristiano Quevedo/ Cláudio Nilson/ Cláudio Medina/ Cigano/ Charão/ Cézar Ferreira/ Clóvis Câmara/ Celso Campos/ Cesar Franarin/ Cláudio Heinz/ Chaka/ Cocktail Molotof/ Columbia/ Crossover/ Canastra Suja/ Crazy Guns/ Grupo Catedral/ Cia Show 4/ Coma Alcóolico/ Crossroad/ Curto Circuito/ Criado Mudo Calavera/ Conexão do Rock/ Crossfire/ Choque Térmico/ Cláudio Mariano/ Cristina Carraro/ Os Corujas/ Charles Delbono/ Chaossign/ Caneka Virtual/ Charque in Blue/ Coisas de Água/ Culpados Inocentes/ The Chaines/ Classic Rock Band/ Chapa/ Cyco/ Coisa Rara/ Café Acústico/ Cigarro Elétrico/ Cinza e Azul Noite/ Conjunto Bluegrass Portoalegrense/ Cano Serrado/Cursed Day/ Cláudio Baraldo/ Carlos Procat/ Careca da Silva/ Carlos “Lots”/ Cléber Leão/ Castor Daudt
 Dany e Banda/ De Falla/ The Dragons/ The Dazzles/ Delips/ Draco/ Dead Fingers/ Os Daltons / Dublê/ Diretoria/ Dark Celebration/ Durango 95/ Dog Years/ Danni Calixto/ Dzagury/ Da Guedes/ Dopamina/ Diorama/ Destroyeer/ Doroth/ Denix/ Dose Dupla/ Dpressão Doidivanas/ Dimensão 70/ Diálogo com a grama/ Diplomata/ Dexcart/ Dread Rock/ Discocuecas/ Dchumanizer/ Dread Locks/ Doctor Flowers/ Dólar/ Demian/ Discípulos do mestre shao/ Delusi/ Daniel Tessler/ Daniel Mossman/ Dolly/ 10000KPNR/ Dick House/ The Darma Lovers/ Dayse Aguiar/ Dinartes/ Dissidentes/ De vez em canto/ Dick Três Band/ Dr. Molina/ The Dragons/ Devil’s pray/ Doce Veneno/ The Dogs/ D’ Drops/ DKLC/ De Luke/ Decavê/ Dois por quatro/ Dona da Banda/ Domingos Cray e Banda/  Dedé e os Ajudantes/ Dado Jaegger/  Denise Guariente/ Deco Correa/ Daniel Debiagi/ Douglas Araújo/ Daniel Nodan/ Denise Fontoura/ Dona Benta/ Denise Lahude/ Dione Spillari/ Dan Berger/ Dan Ferretti/ Daniel Hoeltz/ Demósthenez Gonzales/ Duda Velasquez/ Doce Excesso/ Dan Berger/ Daniela Xavier/  Dante Ramos Ledesma/ Dona Benta/ Dilan Camargo/ Diego Grendene/ Diego de Abrantes/ Diego Silveira/ De Santana/ Daniel Lemos/ Dionara Schneider/  Digue/ Dtones/ Dija/ De Bom Tom/ Demma/ Doce de Leite/ The Dragons/ Dyemo/ Dick três/ Devision Sex/ Dona Benta/ Da Boca pra fora/ Devas/ Dreamers/ Djanka/ dtones/ The Dogs/ Dogmma/ Dama e os Valetes Doidos/ Os Deltas/ Da Raiz/ De Esquadra/ Desvio Padrão/ Dinamite Joe/ Dr. Lince/ Dissidentes/ Dexter/ Da vazão/ Dois que vem do Rio/ Decavê/ D’ Front/ Dobradiças Velhas/ Diffuse/ Duda Guedes/ Dunga/ Duda Follman/ Denise Tonon/ Dani Dubin/ Dido Portinho/ Doca Ferreira/ Donni Grahl/ Didi Gloor/ Dedé Ribeiro/ Desireé/ Dmitri Cervo/ Daysi Folli/ Deborah Finocchiaro/ Dimitri Arbo/ Dunga/ Draft/ Demian/ Device/ Dona Normanda/ Derivados do Rock/ Dr. Flores/ Dread/ Duo Araucária/ Dr. No/ The Dragons/ Dyackzuza/ As Debis Vocais/ Draft/ D’ Jeito Novo/ Downtown Groove/ D’Pirraça/ Draco/ Di brincadeira/ Doctor Miller/ Distorce/ DDT/ Damn Laser Vampires/ Deus e o Diabo/ Djambi/ Diz Play/ Duo em Branco e Preto/ Discovery/ Desvio Padrão/ Dick três band/ Dr. Medo/ Dark Asylum/ Dark Wish/ Dona Normanda/ Dellitus/ Dama e os valetes doidos/ Die Fledermaus/ Dimensão/ Dallas/ Doctor Rocky/ Duo Deno/ Di Feack/ Daysi Aguiar e os quariteus/ Delittus/ Daniel e a cova dos leões/ Djungle/ Defghi/ Doktor Kill/ Digue/ Dr. Gary/ Donabella/ Do you like/ Duo Hilibilly/ Doctor dog/ Daniel Azevedo/ Dodge 73/ Doce Vício/ Os Delfins/ Delírio/ Destaque Musical/ Dick Fellow/ Dama da Noite/ Decibeiz/ Doce de Leite/ Doctor Flowers/ Duffos/ Duo Retrato Brasileiro/ Da Guedes/ Diego Dias/ Drive/ Deio Escobar/ Demétrius Câmara/ Dolly/ Duffus/ Didadó/ Doctor Jazz Band/ Dimensão 2001/ Desfauk/ Duets/ Duques da Província/ The Dancing Demons/ Devils/ Dias/  Deus e o Diabo/ Os Delirantes/ Dry Martini/ Dr. Medo/ DNS 8/ Dallas 23/ Direto da fábrica/ Dolly Dagger/ Dogma/ Doctor Lee/ D’ Quina prá Lua/ Donna Lee/ Djambo/ Dois pra lá, dois pra cá/ DNA/ 288/ Duplo Deck/ Demobanga/ Os DMLU/ Dudu Penz/ Djambo/ Dany Falks/ Davi Piangers/ Davi Dewitt/ Danilo Fantinel/ Diego Cartier/ Diogo Darkie/ Davi Moreira/ Dúnia Elias/ Diego Medina/ Daniel Braga/ David Guetta/ Dimensão 2001/ Os Dráculas/ Doiseumindoisema/ The Dragons/ Diego Cartier/ Daniel Weinman/ Daniel Nodari/ Dudu Trentin/ DNS 8/ Dualen/ Delírio/ Deite Rolly/ Dreamers/ Devas/ Digue/ Dr. Lince/ Deathrider/ Daniel Wolff/ Daniel Sá/ Daniel Lemos/ Daniel Scheer/ Dudu Sperb/ Dante Jr./ Dayana House
Engenheiros do Hawaii/ Os Eles/ Elétrika Tribo/ Elojac/ Os Efervescentes/ Eco do Minuano e Bonitinho/ Eróika/ Espaço Brasil/ Elizinha Coelho/ Grupo Ensaio/ Elfo/ Egisto dal Santo-Ophodge/ Espectro/ Estrelas do Pago/ Espumas Flutuantes/ Élbia Solange/ Éverton Rodrigues/ Edgar Branco/ Edinho Espíndola/ Elda Pires/ Edilson Ávila/ Ernesto Fagundes/ Ed Castellano/ Émerson Gottardo/ Enio Burgos/ Elda Pires/ Elza Crivellaro/ Eduardo Nadruz/ Edgar Araújo/ Edu Saffi/ Eduardo Bighelini/ Érico Moura/ Éverson Vargas/ Os Espiões/ Grupo Escolar/ Evasão/ Eridanus/ Os Escamosos/ Edel/ Espaço Brasil/ Estúdio S/ Érica Marins e os Telecats/ Estrada de Ferro/ Empire Darkness/ Esbugalha meu bem/ Os Espaciais/ Emergência/ E-Trio/ Everton Pires/ Evandro Moah/ Edinho Galhardi/  Edemir Giaconelli/ Émerson Ribeiro/ Edu Colvara/ Edu Natureza/ O Estado das Coisas/ O Espírito da Coisa/ Extremo Os Escamosos/ Impacto/ The Efficients/ Eickoff/ Elenco/ Éden/ Exquadro/ Espaço Brasil/ Essência/ Os Esqueletos/ Eu e mais dois/ Emoção/ Eco do Pampa/ Elenco/ Everest/ O Embalo/ Essência/ Ed Napoli/ Eder Bergozza/ Ether/ Estado Capital/ Expresso Tchê/ Escorpião Alado/ Em palpos de aranha/ Enigma/  Efeito SA/ Esfera Cósmica/ Espelho das Águas/ Estrada/ Exceção à regra/ Empíricos/ Ecos do Mississipi/ Expresso Oriente/ Eucalóides/ Extraturbo/ Eureka/ Eduardo Martinez/ Evandro Demari/ Estado Inevitável/ Elektra/ Elis Regina/ Érico Castilhos/ Elenara Nunes/ Edgar Powarczuk/ Eduardo Milan/ Edson da Rosa/ Eletrostática/ Escorpião Alado/ Época/ Everest/ O Elenco/ Excelsior/ Espectro/ Edson Rodrigues/ Escorpião Alado/ Espaço Brasil/ Edgar Araújo/ Edmund Richards/ Elmo Rodrigues/ Emílio Pacheco/ Edmar Fabrício/  Elaine Geissler/ Edu K/ Edgar Pozzer/ Eloy Fritsch/ Eliane Strazas (Xuxa)/ Eduardo Porto/ Eleu Salvador/ Eduardo Nadruz/ Eleuzinho/ Estevão Camargo/ Elenco/ Eric Van Delic/ Esfera Cruel/ Os Escamosos/ Efeito Moral/ Émerson Maicá/ Emerson Nunes/ Ernani Counsadier/ Epithaph/ Ecco Latino/ Euterpe/ Elevation/ El Serelepe/ Eccos/ E-Trio/ Evento/ Espelho das Águas/ Evil Fox/ Etílicos e Sedentos/ Emer Rock/ Esfinge de Cristal/ Em intensa atividade audiofônica/ Eliane Salek/ Émerson Maicá/ Eugenia Puro Rock/ Encruzilhada/ Esporte pra dois/ Evolution/ Espectro Sonoro/ Eduardo Garcya/ Eduardo Cristi/ Eduardo Egs/ Edgar Araújo/ Exodus/ Érico Moura/ Eduardo Prates/ Edgar Araújo/ O Esquadrão/ Elton Kohler/ Eduardo Martinez/ Enigma/ Embalo 5/ Eduardo Reck Miranda/ Elisandro Max Borba/ Eliseu Silva Pereira/ Eduardo Solari/ Émmerson Ribeiro/ Édson Jr./ Érika/  Eu, o Zé e os Cara/ Estação Trio/ Expresso 21/ Elektra/ Elenco/ Elton/ Exército Vermelho/ Expresso 25/ Estrela Rasta/  Estação Zero/ Encruzilhada/ Elenco/ Enzo e Rodrigo/ Os Esqueletos/ Estela/ Eridanus/ Élvis Presley Cover/
Freud explica/ Fat Blues Chaminé Band / Fechado pra Balanço/ Faskner/ Flu/ Fornazzo/ Frank Jorge/ Feito em casa/ Fluxo/ Feitoria/ Floreio/ Free Riders/ Formigos/ Fio Desencapado/ Fechado pra Balanço/ Fashion Guru/ Fu Wang Foo/ Frank Solari/ Fantomas/ Fausto Prado e Caetano Silveira/ Fábio Mentz/ Os Frank’s/ Fredi Gerling/ Os Faraós/ Franco Scornavacca/ Fabiano Souza/ Fernando Pacote/ Os Fantásticos/ Os Felinos/ Flávio Azevedo/  Full Jazz/ Filipe Catto/ Fernanda Xavier/ Fábio Milman/ Facção Brasil/ Fruto/ Fapo/ Fliperamas/ Flor de Cactus/ Fogaça/ Fred Endres/ Felipe Franco/ Felipe Silveira/ Fábio Coimbra/ Fernando Mattos/ Flabian Meinardo/ Flávio Richter/ Fabiano Moreau/ Fernando Ribeiro/ Fabiano Dian/ Fantomáticos/ Funkisons/ Musical Fantástico/ Fábrica Sonora/ Farol/ Facção Brasil/ Funeral/ Forja/ Os Funéreos/ Fughetti Luz/ Fazendeiros/ Feio e os caras/ Flávio Coelho / Falso Acaso/ Fernanda Kruger Trio/ Fuga/ Fullplate/ Foxy Lady/ Feijoada Completa/ Fruto/ Fullplate/ Feltes & Dieter/ Folk Brothers/ Fernando Pesão/ Fábio Rosa/ Fábio Musklinho/ Fábio Mentz/ Fernando Cardoso/ Flora Almeida/ Flávio Pechansky/ Flávio Bicca Rocha/ Felipe Faraco/ Flávio Medina/ Flávio Hansen/ Foguinho (I e II)/ Flávio Big Dog Assis/ Flávio Chamis/ Felipe Franco/ Frutos da Crise/ Furacão/ Feizer/ Fuga/ Fechado pra Balanço/ Fábio Marrone/ Full Jazz/ Fantomáticos/ Fillipi Lua/ Fernando Noronha e Blacksoul/ Fliperamas/ Farenait/ Fratura Exposta/ Fohat/  Filhos da Pauta/ Freak Brothers/ Forja/ Fita Tape Kamikaze/ Falsa Ira/ Frida Kahlo/ Freak Brotherz/ Furacão/ Fenrier/ Fulla Mamma/ Flores do Fogo/ Floricultura/ Fator RH/ Banda Fetter/ Flutuantes/ Fat Duo/ Fhaice/ Faichecleres/ Os Felinos/ Fruto Proibido/ Freakazóide/ Farra de Rua/ Flora Almeida e Kozmic Blues / Frank Franklin/ Filhos de Outrora/ Fernando Collares/ Fresno/ Flávio Adonis/ Fuga/ Free Grass Jam  Band/ Fruet e os Cozinheiros/ Falsa Ira/ Os Felinos/ Flávio Brasil/ Fuga/ Flamingo/ Flash/ Funktrônicos/ Fozzy/ Full Plate/ A Falha de Santo André/ Fighterloard/ Força Latina/ Flamboyant/ Fluxo M/ Conjunto Farroupilha/ Fernando Corona/ Frank Franklin/ Flávio Mattes/ Farewell Blues/ Flora Almeida/ Felipe Jotz/ Full Plate/ Fábio Zebra/ Flavio Soares/ Fábio Cruz/ Fábio Ly/ Fernando Collares/ Fátima Gimenez/ Flávio Brasil/ Flávio Santos/ Fernando Petry/ Fernando Maltz/ Fernanda Nóvoa/ Flávio Oliveira/ Flor de Lótus/ Fenx/ FMDEBI/ Família Lima/ Fireway/ Feizer/ Fanzine/ Favo de Mel/ Faskner/ Filhos da Terra/ The Fire’s Boys/  Fhaico/ Fapo/ Fall Up/ Free Jack/ Formigas e Banda/ Fernando Paiva/ Feijoada/ Flamingo/ Frutos da Crise/ Fuga/ Falante 15/ Família Sarará/ Fernando do Ó/ Felipe Azevedo/ Flanders 72/ Flor de Lótus/ Farinha do Bruxo/ Grupo Folk (I e II)/ Fun Rock/
Garotos da Rua/ Giba Giba/ Gil Gérson/ Giovani Berti/ Giovani Porzzio/ Gustavo Telles/ Gil Soul/ Gilberto Travi e o cálculo 4/ Groove James/ Grupo Latino/ Grooveria/ Grito Latino/ Garatuja/ Guerrilheiro Anti-Nuclear/ Geração Perdida/ Grosseria/ Guito Thomas/ Grupesquisa/ Goo Brothers/ Good Morning Kiss/ Gim Tamarindo/ Gramophônica/ Gravidade Zero/ Os Goldfingers/ A Gang/ Os Gobbis/ Geu Boys/ O Grupo/ Os Gertrudes/ Grandbell/ Grow’s/ Gabi vai tocar/ Galponeros/ Gabriel Von Brixen/ Günter Trio/ Guiza Ribeiro/ Grandmas’s Grape/ Garatuja/ Galãs da Menopausa/ Goo Brothers/ Grupo Nativo Guará/ Guaíba Show/ General Lee/ Garota Verde/ Graforréia Xilarmônica/ Gabriel Moojen/ Gárgulas/ GR Show/ Gambona/ Gisa Volkmann/ Gisa Pithan/ Gérson Prestes/ Gustavo Dreher/ Gil Franco/ Gilmar Celau/ Gilberto Franco/ Gustavo Leindecker/ Guilherme Bulla/ Gaúcho da Fronteira/ Maestro Garoto/ Gyba Soares/ Geraldo Fischer/ Glória Oliveira/ Gerry Marquez/ Geraldo Freitas/  Guiza Ribeiro/ Galia/ Gata/ Glei Soares/ Gerson Prestes/ Gilberto Quadros/ Os Galgos/ Gilberto Reis/ Gilberto Rosa/ Gilmar Goulart/ Gilmar Barela/ Gabriel Von Brixen/  Gérson Werlang/  Ghaia/ Gilberto Oliveira/ Gilberto Lima/ Gilberto Franco/ Guito Thomas/ Geraldo Oliveira/ Guinha Ramires/ Giba Skolnicov/ Gabriel Azambuja/ Galileu Arruda/ Gracie/ Gallaxy Trio/ Gastão Villeroy/ Gárgulas/ Gracinha Magliani/ Gustavo Dreyer/ Gabriel Moojen/ Gabriel Azambuja/ Gaspo e Oly Jr/ Greice Morelli/ Os Galponeros/ Guerrilheiro /Gélson Schneider/ Gustavo Broch/ Gustavo Pereira/ Gisele de Santi/ Gil Coelho/ Gélson Oliveira/  Gustavo “Mini” Bittencourt/ Glória Bernardete/ Giovani Mesquita/ Glênio Perez/ Os Galgos/ Henri Welter Osório/ Geraldo Santanna/ Gordo Miranda/  Gaúcho Blue/ Giselle Gutter & Hard Company/  A Gang do Tchê/ Garotos de Ouro/ Griffon/ Garotos do Baile/ Gravidade Zero/ Gurizada/ Go Diva/ Gasoline/ G.O.E/ Geração Perdida/Gaúcho da Fronteira/ Geraldo Flach/ Gerry Marquez/ Gilmar Barela/ Geraldo Oliveira/ Gilberto Benatti/ Gustavo Hortácio/ Guilherme Bulla/ Garotos do Baile/ Grosseria/ Greek Van Peixe/ Gérson Werlang/ Grass Effect/  General Smith/ Gabardines/ Get Up/ Gaúcho Blue/ Gordini Fuçado/ Garagem S/A/  Grou/ Groove da Trupe/ Os Galgos/ The Good Times Band/ Gordo Miranda/ Grupo Escolar/ Gramophones/ Glauco Sagebin/ Gueppardo/ Gárgulas
Hermes Aquino/ Harmadilha/ Hoochie Coochie Band/ Hallay Hallay/ Hálito de Funcho/ Hangar XVIII/ Holandês Voador/ The Handsomes/ Conjunto Heitor Helt/ Hora Certa/ Hangar/ Os humanóides/ Hanamech/  Hard Working Band / Hard west/ Hacuna Matata/ Habeas Corphus/ Os Hienas/ Os Hawaianos/ The Hermann’s/ Hey Mama/ Herméticos/ Hollister & Banda/ Hecatombe/ Conjunto Herbert Gehr/ Herméticos/ Os Hippies/ Hermes Richetti/ Hilton Vaccari/ Homero Feijó/ Hardy Vedana/ Henri Welter Osório/ Henry Lentino/ Heloísa Weinreb/ Horacina Correa/ Hugo Travi/ Homero Feijó/ Hique Gomes/ Henrique Guedes/ Henrique Gloor/ Hevelyn Costa/ Henrique Mann/ Hora Certa/ Hosanas/ Hang Over Band/ Hermit Age/ Henrique Wilasco/ Helena Weinberg/ Heinoê Ferreira/ Helô Romero/ Helena Knijnik/ Hilton Vaccari/ Henrique Wendhausen/ Horizonte/ Hangar/ Hedera Helix/ Hifens/   Hangmen/ Hoochie Coochie Band/ Himalaia/ Hangloose/ Os Humanóides/ Hot dog xis e pepsi/ Heinoé/ Henrique Kunz/ Hangmen/ Ha-Ha/ Os Heterogêneos/ Hawai/ Hey Bulldog/ Humberto Gessinger/ Os Horácios/ Hangar 2B/ Hype! Machine/ Hippies e Yuppies/ Heaven Knows/ The Henkes/ Holy Beer Lovers/ Hipnóticos/ Hecatombe/ Henrique Tolloti/ Hipertensão/ Histórias do Rock Gaúcho/ Haydée Guedes/ Habitantes do Planeta/ Harpsyn/ Häns/ Holyfire/ Hybria/ Helena Waimberg/ Heron Heinz/ Hopio/ Hot Rocks/ Hoodoo Blues/ The Hooligans/ H 2 rock/ Heróis Bandidos/ Help/ Hang over boys/ Os Hippies
Impacto/ Identidade/ Identidade Zero/ Irmãos Brothers/ Izmália/ Iskar/ Ironia/ Los Insólitos/ Iguana/ Ilan Big Mac/ Iara Lemos/ Iben Ribeiro/ Ives Mizoguchi/ Ita Arnold/ Inconsciente Coletivo/ Os Incendiários/ Los Infernales/ Imagem/ Itamone/ Instinto Mór/ Irmãos Panarotto/ Issur& Vice Verso/ The Inocents/ Os integralistas/ Ipsis Litteris/ I hate school/ Irmãos Rocha/ It’s all red/ Iskar/ Ideal Stéreo/Iran Rosa/ Invitro/ Insite/ Os Indomáveis/ Ivo Fraga/ Ivone Pacheco/ Inácio do Canto/ Ivaldo Roque/ Os Incógnitos/ Ivo Eduardo/ Iuri Freiberger/ Isabela Fogaça/ Os Invencíveis/ Os Impossíveis/ Os Invictos/ Iveth Maya/ Isabel L’arian/ Invisible Noise/ Os Invisíveis/ Indiana Rock/ Iron Cover/ Inovação/ Invert/ Conjunto Icaraí/ Os invisíveis/ Inseto Social/ Indústria Nacional/ Os Iniciáticos/ Império da Lã/ Indústria Musical/ Inseto Social/ Issur Acústico/ Os indomáveis/ Ideal Stéreo/ Os Incendiários/ Impulso 70/ In Verso/ Ilse Lampert/
Jah Mai/ Justa Causa/ J.J. & Co./ Júlio Reny e Banda Expresso Oriente/ Jeferson Marx/ Jerônimo Bocudo/ Jorge Hermann/ Jack Rubens/ Joca Vergo/ Jorge Foques/ José Mendes/ Justino Vasconcellos/ Jorge Dorfman/ João Alberto Soares/ João Palmeiro/ James Gomes/ João Schu/ Jakka/ Jessé Silva/ João Carlos dos Santos/ João Mantovani/ José Mendes Jr./ Jorge Guedes/ Jean e Jardel/ Júlio Porto/ Júlio Porto/ João de Deus/ Júlio Rosenberg/ Juliana Farina/ Juliano Trindade/ Juliano Courtuah/ Justa causa/ Os Jatos/ Jovem Record/ Juntos/ Justine/ Jeans/ JM/ Julie’s Gang/ Je Reviens/ Conjunto Musical Jilez/ Índio e a Tribo/ Conjunto João Roberto/  Jazz Noir/ Jimi Joe/ Júlio Rizzo/ July Manzi/ Jaja e Trio/ João Almeida Neto/ João Villaverde/ Júlio César Thor/ Júlio Fürst/ Juliano Moreno/ José Francisco Barbosa/ João Pernambuco/ Jonas Correa/ Joe Euthanásia/ Os Jetsons/ Jogo Sujo/ Jolies/ Jack Fumê/ JH/ Joey’s/ Jorge André Brites/ Jorge Vargas/ Júpiter Maçã-Aplee/ Jack Sorridente/ Jair Kobbe/ José Fogaça/ James Liberato/ Jordan Nunes/ João Rocha/ Joel Faerman/ João Batista/ João Manoel Blattner/ João Bolsoni/ Jerônimo Jardim/ José Loguércio/ Júlia Barth/ Júlio Herrlein/ Joãozinho Steibel/ Jonas RK/ José Cláudio Machado/ Jorjão/ Jorge Foques/  Josiane/ Jacques Maciel/ Jackson Zambelli/ João Antônio Araújo/ Júnior Healy/ Joca Libânio/ Joca Marques/ João Maldonado/ Juliana Walteman/ Jorge CIdade/ João Ivo/ João Fondaik/ Júlio Serrano/ Joceley/ Júlio Porto/ João Mayer/ Jorge Gerhardt/ Jean Melgar/ Jean Presser/ Johnny Cardoso/ Janet Cirne/ Júlio Cascaes/ Júlio Andrade/ Júlio Andrade/ Juarez Fonseca/ J Clip/ Jet’ Sons/ JK Bak/ Juntos/ Jazz 6/ Jady Ohana/ Jardim Secreto/ Jack Daniels/ Os Jones/ José Rogério Licks/ Jogo sujo/ Jua Ferreira/ Jack Mahal/ Jajá e Trio Jerereh/ Jardineiros/ Jazzmin/ Jazz 6/ Judit/ Os Jobinianos/ Jeannie Magic Blues/ Júnior e Juliano/ Júlio Igrejas/ Jack Soul/ Jack e os estripadores/ Jorginho do Trumpete/ Jossiano Leal/ Jayme Caetano Brown/ Jones Maya/ João Chaminé/ Jana Maldonado/ João Guedes/ José Timóteo da Rocha/ Júlio Porto/ Joca Martins/ Jorginho Domingues/ Jady Ohana/ Jasmins do Paraíso/ João Levy/ Jorge Vargas/ Jorjão/ John Band
K30/ K-West/ The Kommo/ Kúria/ Kachimbus / Kooks / Khaos/ Kleiton e Kledir/ Kafka Band/ Kinto Selo/ Kalua/ Karine Cunha/ Kláudia/ Kitty Santos/ Kátia Chiappini/ Kim Ribeiro/ Kaio Oliveira/ Kako Xavier/ Kimica Pop/ Kiko Freitas/ Karybe/ Kill All Hits/ The Kinds/ Krisium/ Kengo Tri/ Kung Fu/ Kyrie/ Keepers/ Kosmic Blues/ Kayanos/ Kiko Corrêa/ Kiko Mello/ Karine Rodrigues/ Kelvin/ Kaos do Porto/ Koi/ Kabongo Latino Jazz Combo/ Kriz/ Kara Dura/ Kasulo/ Karandache/ Kali/ Kathedral/ KM 0/ Karaguattá/ KM/ Karma/ King Size/ Kriz e Banda/ Kívya/ Kadafi/ Kasado/ Karl Faust/ Kau Azambuja/ Kitty Driemeyer/ Kid Cegonha & Banda/ Kiko Mendes/ Keóps/ Kadica Souto/ Kcláúdio/ K-Zulo/ Kubilay Uner/ Kyle Chadi
Liverpool/ Leviathan/ Leão de Judah/ Locomotores/ Lica/ Luciano Albo/ Lúcia Severo/ Lovecraft/ Lithium/ Louca Sedução/ Liberdade Condicional/ Levitan e os Tripulantes/ Lirit/ Lobos da Rua/ Lifeless/ Luz Divina/ Leco Ferrara e os Coiotes/ Long Play/ Lorenzo y La nota falsa/ Leco Alves/ Lisiane Lorencena/ Loma/ Luisinho Santos/ Luciano Maia/ Luís Fernando Veríssimo/ Labaredas/ Luiz Coronel/ Luiz Paulo Faccioli/ Leandro Spencer Chaves/ Lúcio do Cavaquinho/ Lourdes Rodrigues/ Lila Vieira/ Les Responsables/ Leonardo Bomfim/ Leonardo Stüpp/ Lúcia Helena/ Laís Marques/ Léa Betine/ Luciano Dalmolin/ Livres de Si/ Leonardo Bastos/ Luiz Bento/ Luiz Viera/ Luíza Caspary/ Luiz Walter/ Luciana Rodrigues/ Léa Cintra/  LBS 8/ Leonardo Silva/ Luciana Prass/ Lúcio Yanel/ Laco Bassualdi/ Lazaro Nascimento/ Lê Daros/ Leo Ferracini/ Lizza Dias/ Luciano Gerling/ Luís Basso/ Léo Ferlauto e Banda Delírio/ Laís Band/ Lira Clandestina/ LBS 8/ Look for a star/ Las Vegas/  Los Medonhos/ Line Six/ Lekan Trio/ Lúcio Dorfman/ Luis Zen/ Leôncio Severo/ Luigi Matté/ Lila e Skin/ Leo Ferrarini/ Luís Sant’anna/ Luís Palmeira/ Luciana Costa/ Luiz Cláudio e a Tribo da Vanera/ Lincon/ Lade Dy/ LSD/ Lactuca Sativa/ Lost Cause/ Loko’s de Bira/ Livewire/ Lobos da Rua/ Lyse/ Lobo da Estepe/ Lollypops/ Lado B/ Leo do Canto/ Lee Jhones/ Luiza prefere a morte/ Lord Sky/ Lancaster/ Luis Henrique Tchê Gomes/ Laine/ Luciene Adami/ Leca Machado/ Leôncio Severo/ Luis Mauro (pai e filho)/  Lucille Band/ Lori Finocchiaro/ Laura Finocchiaro/ Litúrgica/ Line Six/ Licor de cera/ Les Responsables/ Lutto!/ Ludovicos/ Os Ladinos/ Long Play/ Laranja Mecânica/ Lustrando os Trastes/ Lovers Dog/ The Liders/ Grupo Latino/ Leleco Telles/ Luciano Preza/ Lúcio do Cavaquinho/ Lynce/ Leca/ La Fauna/ Lupicínio Rodrigues/ Luis Valério/ Leonardo/ Lauro Ney/ Leonardo Bomfim/ Luciano Leindecker/ Leviratu/ Los Comparsas/ Os Lobos/ Ludy/ Lúcio Cadó/ Luís Valério/ Leather Apron/  Ligante Anfetamínico/ Os Loxas/ Loading/ Luciano Zanatta/ Luciano Gallo/ Leonardo Bastos/ Luís Fernando Veríssimo/ Luka/ Lothar Gutierrez/ Lady VI/ Luciana Prass/ Leonardo Panuzzo/ Luis Delfino/ Léo Henkin/ Luciano Alabarse/ Luis Roberto Silveira/ Lívio Gomes/ La Fauna/ Letícia Oliveira/ Latino Jazz Combo/ Luciana Pestano/ Luis Ewerling/ Leandro Branchtein/ Lucas Esvael/ Lu Barros/ Os Lobos/ Leonardo Ribeiro/  Laranja Freak/ Luis Santarém/ Laut musik/ Luciano Maia/ Lila Vieira/ Lu Geiger/ Leopoldo Rassier/ Luis Eugênio/ Luciano Granja/ Lords/ Luís Vagner/ Leonardo Muniz/ Leandro Blessmann/ Leonardo Brunelli/ Luciana Tomasi/ Luciano Leães/ Lionel Gomes/ Leões e Poetas/ Luis Eugênio/ Luz Van/ Liane Klein/ Laís Tetour/ Little John Band
Os Monges/ Monjolo/ Mutuca e os Animais/ Moog/ Magician/ Made in Brasil/ Mauro Rotenberg/ Morongo e Gata/ Maria Helena Anversa/ Maria Helena Andrade/ Mozart Leitão/ Maninha Pedroso/ Manfredo Fest/ Marcelo Truda/ Muchacho/ Maurício Santos/ Miro Santana/ Miro Fagundes/ Marcos Genner/ Marco Gottinari/ Mário Freitas Ramos/ Marcelo Lehman/ Mr. Papoo/ Mamma nox/ Matilha/ My Soul/ Monkey Man/ Matizes/ Megalon/ Os Monarcas/ Os Montanari/ Os 1000 tons/ Montanha Russa Sonora/ Mendigos da Noite/ Mr. Papoo/ Os Mongóis/ Manchester/ Os Monges/ Monjolo/ Mocambo/ Mooge/ Mr. Deco e os Tornados/ Mantra/ Magma/ The Marvins/ The Medleys/ Os Muripás/ Misturantes/ Momento 68/ Micróbios/ Maomé/ Os Magnos/ Os Mágicos/ Monterrei/ O momento/ Minimaus/ Mell Peck/ Moulin Rouge/ Mantra Jazz Rock Circus/ Marcondes e a função/ Matizes/ Mandala/ Mensagem/ Misantropia/Os Mônadas/ Melodia/ Os Melomaníacos/ Os Milionários/ Miguel e Almas/ Matéria Plástica/ Mercado Livre/ Máquina do Tempo/ Os Mugs/ Os mesmos/ Monades/ Madames do Rock/ Os Mucrília/ Massa Crítica/ Madamex/ Mercado Público/ Maria RIta Stumpf/ Mário Marmontel/ Marcelo Pons/ Mário Barbará/ Marcelo Pitz/ Marcelo Nadruz/ Maurício Marques/ Mr Pi/ The Minis/ Michel Dorfman/ Meio Desligado/ Mercado Público/ Mauro Kwitko/ Miscigenação/ Mano Santana & Carablack/ Máquina de Ferro/ Maria Fumaça/ Maricel Ioris/ McCoe/ Metróides/ Maurício Barca/ Maria do Relento/ Maurício Tibé/ Muni/ Marcos Ungaretti/ Marcello Caminha/ Monica Mendes/ Mitch Marini/ Marcus Bonilla/ Marlene Pastro/ Monica Tomasi/ Marcelo Granja/ Márcio La Falce/ Miguel Proença/ Marcel Moreau/ Miguel Bica/ Márcio Celi/ Marco Araújo/ Marco Aurélio Ferreira/ Maynart/ Márcio Tubino/ Mess/ Uma Mordida na Flor/ Muni/  Mr. Hank/ Morreu na Cinza/ The Madrugas/ Moreirinha e os seus suspiram blues/ Made in Brasil/ Márcio Petracco/ Mao Mao/ Marcinho Ramos/ Metrópolis/ Massa Crítica/ Madame Satã/ Marcondes e a Função/ Micróbios/ Mr. Jhokin/ M 26/ Misto Quente/ Montanha Azul/ Major Fox/ Mindscape/ Mensagem/ Mercado Musical/ Master Groove/ Mandrialis/ Mário Falcão/ Motivos óbvios/ Marcelo Piraíno/ Marcelo Figueiredo/ Marcos Rubenich/ Márcio Sobrosa/ Mozart Dutra/ Marcelo Pitz/ Miguel Proença/ Marcelo Ribeiro/ Malteses/ Moby Dick/ Macumba Funk/ Mestre Jonas/ Maurício Molina/ Marcondes e a função/ Marcelo Kará/ Morgan Le Femme/ Marcelo Pons/ Marcelo Kará/ Marcos Vinícius Manzoni/ Misantropia/ Monovolume/ Melodia/ Motel 69/ Marittimus/ Miragem/ Malvados Azuis/ Meliantes/ Monotape/ Menos Ele/ Maria Vai com as outras/ MUG/ Morgana/ Mango/ Maria Betânia Ferreira/ Marcelo Birck/ Martim César/ Maly Weisemblum/ Marisa Rotenberg/ Miscigenação/ Mário Carvalho/ Um Monte de instrumento e dois cara tocando/ Mimi Lessa/ Musgo/ Meio Mundo/ Grupo Musical Mocidade/ Marcelo Moreira/ Mutinho/ Maurício Frota/ Mandrake/ Marcos Lessa/ Marreco/ Márcio Grobocopatel/  Marreco/ Marcelo Gotuzzo/ Márcio Pinho/ Marcelo Rosa/ Marcos Schmitt/ Moisés Pettefi/ Maria Lúcia Sampaio/ Márcio Ventura/ Marcírio Siqueira/ Mário Marmontel/ Marcelo Truda/ Márcia Erig/ Marcelo Delacroix/ Marco Azevedo/ Marcelo Nohms/ Manoel Tchembo/ Marco de Menezes/ Manoel Chotguis/ Mr. Marx/ MB-5/ Mercado Musical/ Os Monroes/ O Momento/ Os Morcegos/ The Monkeys/ Mustang/ Os Maníacos/ Miscelânia K/ Muchacho/ Mr. Joker/ Magic Soul/ Megafônicos/ Os Marmanjados / MC Vi e Aliados/ Megadrive/ Motel Flamingo/ Mr. Medley/ Menino Everaldo/ Melodia/ Mamma Nox/ Menino Everaldo/ Maquinados/ Moradia/ Magia Musical/ Marcos Wacker/ Marília Benites/ Marcus Bento/ Música Reservata/ Meretriz/ Madrigal Místico/ Mama Buji/ Meretriz/ Grupo Vocal Muito Prazer/  Moly e Guppy/ Mil Milhas/ Mukeka di Rato/ Marcelo Coelho/ Marcelo Solla/ Marcelo Grossman/ Marcos Anschau/ Marcelinho Silva/ Mariel Fernandes/ Mess/ Márcio Pinho/ Marcelo Cachoeira/ Marquinhos Fê/ Marietti Fialho/ Márcio Bandeira/ Mário Falcão/ Midian Almeida/ Magic Soul/ Misturantes/ Multiverso/ Montanha Mágica/ Mokojoe/ Monte Azul/ MCA/ Manotaço/ Mil Show / Montezuma/ Musicamp/ Os Marias/ Marcas/ Modello/ Motryz/ Músicas Intermináveis para viagem/ Matéria Plástica/ Marcianos/ Os Morcegos/ Mentes Insanas/ Móica/ Marcas/ Miscigenação/ Musitrio/ Morfina/ Mercedes Band/ MHZ/ Melvin/ Móbemido/ Mateus Mapa/ Marco Zero/ Marcos Wacker/ Os Montanari/ Metrópolis/ Marwin/ Máquina/ Medida Provisória/ The Medina Brothers/ Os Mensageiros/ My Soul/ Matéria Primu’s/ Os Mirins/ Megadrivers/ Mutação X/ Máquina/ Madras/ Marcelo Fornazzier/ Marcelo Playker/ Marco Farias/ Moisés Machado/ Maria Lúcia Benitez/ Mozart Dutra/ Manifesto/ Madame Vinil/ Os Minis/ Maurício Molina/ Maria Carmen/ Márcio Sobrosa/ Mustache Maia/ Maurício Marques/ Mário Marmontel/ Miriam Fernandes/ Mário Barbará/ Mano Lima/ Marcos Dias/ Márcio Petracco/ Martha Medeiros/ Márcio Faraco/ Mário Carvalho/ Marquinhos Fê/ Marco de Menezes
Nei Lisboa / Nyaya/ Nacional Kid/ A Nata/ Naia/ Neorock/ Nico Nico/ No Rest/ Naphtalina/ Neca Ayala/ Nó de Taquara/ Nariz de Porcelana/ Nativos/ Nova Capital/ Navesom/ Nektar/ Nick e Leal/ Night and Day/ Nethra/ New Shivas/ Não é febre/ Noisekiller/ Nó de Cipó/ Nitro Di/ Nada Público/ Nenhum de Nós/ Nenung/ New/ Nora Prado/ New/ Neusinha Brizola/ Nani Kaufmann/ Nei Duclós/ Naiche Melleu/ Os Nômades/ Norminha Duval/ Nani Numann/ Nelson Coelho de Castro / Nana Ellwanger-Chaves/ Nanci Araújo/ Ney Santos/ Nenê/ Nego Isolino/ Nelson Vaccari/ Ney Fialkow/ Nando Gross/Os Navarones /Negative Zero/ Nanci Araújo/Nei Van Sória/ Nalanda/ Não vem com garfo que hoje é sopa/ Nando D’ávila/ Ney Chryst/ Nara Lisboa/ Nelson Florão Jr./ Nilton Ferreira/ Naura Elisa/ Nômades/ Negendre Arbo/ Neusa Dávila/ Nico Bueno/ Conjunto Melódico de Norberto Baldauf/ Noblesse/ Nany Kratina/ Nova Capital/ Na Moral/ Nayabingue/ Nega Frida/ Ninguém é de Ninguém/  NonSense/ Nocet/ Conjunto do Nelson/ Nascente/ Conjunto Nilton Baraldo/ Nitro Sonido/ Novo Esquema/ Naguilé/ Nasser Khalil/ No quartet/ O nome do projeto?/ Novaments/ N.A.V.E./ Necessidade Humana/ Nação Suburbana/ Natural Dread/ Nave/ Nitro DI/ Conjunto Nicolau Kersting/ NLG/ Conjunto do Nestor/ Nype/ Nitro Di/ Negative Zero/ Neto Fagundes/ Nookie / Nayabingue/ Nômade / New Thrash/ Nosso Stylo/ Nobs/ Nódoa/New Shivas
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